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Luar do sertão

domingo, 31 de agosto de 2014

Impressionante! "A vida prega peças em nós que às vezes são tão complexas e confusas que nos perdemos em nosso próprio quebra cabeça"

A DOR SOLITÁRIA DE LUCIA

Por Márcia Vieira



Já se passaram dois anos e quatro meses desde que a vida de Lucia Hippolito (foto), a cientista política e comentarista da CBN, virou de cabeça para baixo. Em abril de 2012, quando se preparava para voltar ao Brasil depois de uma temporada agradável em Paris com o marido, Edgar Flexa Ribeiro, tentou se levantar da cama, mas as pernas não se mexiam. No dia seguinte, já diagnosticada como portadora da síndrome Guillain-Barré, doença autoimune que leva à perda da habilidade de grupos musculares, descobriu que era prisioneira no próprio corpo. Nada mexia. Só os olhos e a cabeça, em movimentos lentos para os lados. O pulmão parou de funcionar. Foi entubada. Passou 47 dias deitadas na cama do Hospital Raymond Poincaré, nos arredores de Paris, olhando para o teto e, nos momentos de mais desespero, torcendo para morrer logo e acabar com aquele suplício.

“É uma dor solitária. A gente acorda e não quer abrir o olho. A gente abre o olho e não quer continuar vivendo aquilo. Não adianta o outro dizer que vai dar tudo certo. A gente só pensa que vai dar errado”, conta, aos 64 anos, sentada na cadeira de rodas, no seu apartamento em Ipanema, tentando controlar as mãos enquanto bebe um cafezinho.

Mas, ainda bem, está dando tudo certo. Dia 11, ela fará uma palestra na Casa do Saber O GLOBO. Lucia ainda não consegue andar. Mas parou de pensar em morrer. Está feliz porque hoje, pela primeira vez desde que ficou doente, vai cozinhar um risoto de rabada com a ajuda da enfermeira que fica 24 horas ao seu lado. É como diz Edgar, com quem Lucia está casada há 42 anos: “Todo dia ela faz uma coisa que não fazia na véspera.” Lucia se emociona. “Nem que seja o dedinho da mão que levanta um milímetro a mais do que antes”, diz ela.

Como você se sente hoje?

Muito bem, apesar de tudo. Não ando, as mãos ainda estão tortas, mas estou feliz porque faço progressos todos os dias. A síndrome de Guillain-Barré tem este lado animador. É uma conquista cotidiana. No início, as dores eram lancinantes. É como se os nervos estivem todos expostos.

Como foi receber o diagnóstico?

Quatro horas depois de entrar no hospital, eles me deram o nome da doença e me disseram que eu ia piorar muito, que depois eu ficaria um período estável e, mais tarde, começaria a melhorar lentamente. Fiquei na cama, sem movimentos, entubada. Desenvolvi um jeito de falar com o Edgar: ele me mostrava um papel com todas as letras e números. E ia indicando letra por letra. Eu piscava o olho para dizer “sim” e virava a cabeça para o lado para dizer “não”. E assim eu ia construindo as palavras.

E o que você dizia?

Que estava feliz por ele estar ali do meu lado. Somos casados há 42 anos e ainda achamos graça um no outro. Ele parou a vida dele por mim. Isso é inestimável.

O que provocou a doença?

Os médicos não sabem. Uns dizem que pode ser provocada por vacinas. E eu tinha tomado quatro vacinas num dia só, seis meses antes. Também pode ser detonada por um estresse violentíssimo. Eles não sabem direito. É desesperador. Tinha dias em que eu queria morrer. De madrugada, ficava sozinha ouvindo o silêncio do CTI. Não tinha ninguém para me dizer que eu iria melhorar. Emagreci 20 quilos, mas não recomendo esse spa (e cai na gargalhada).

O senso de humor continua afiado.

Ah, sim! É o que salva a vida da gente. Mantive o humor e me apoiei no Edgar. Eu quero voltar a andar. Hoje, eu consigo dar seis passos com o andador. Faço fisioterapia todos os dias, tenho sessão com a fonoaudióloga e, é claro, faço psicanálise, se não, não dá para aguentar. Tomo remédio para dormir porque eu não posso me mexer. E tomo antidepressivo para encarar tudo isso.

Passa pela sua cabeça não voltar a andar?

Passa. E é muito duro. Hoje eu tenho dependência total. Isso me incomoda muito. Chorei a primeira vez em que um enfermeiro me deu banho. Voltar a andar é o meu sonho. Já não penso mais em morte. Gosto da vida. Viver é muito difícil, mas é bom demais. Quando a gente encara uma doença, percebe que não tem controle sobre as coisas. Ao pensar na morte, você tem a chance de pensar: que vida é esta que eu levo? Antes da doença, eu trabalhava 12 horas por dia. Dormia sempre com a cabeça a mil. Não quero mais isso. Hoje eu comemoro pequenas conquistas. Fico feliz porque consigo assoar o nariz. Ainda não penteio o cabelo, mas tiro o fio que cai na testa. Não dá para escrever direito. Mas assinei meu título de eleitor.

S/C

Exclamando

Um país é maior do que qualquer interesse pessoal. Votar visando somente a resolução de um problema individual, é o mesmo que trocar voto por dentadura. 


Ou crescemos enquanto povo, enquanto seres que desejam um país "em progresso", uma nação que (sim, essa é a nossa verdade) está começando a desabrochar para a liberdade, os deveres, e os compromissos para com a democracia, ou continuaremos a votar por tijolos, dentaduras, projetos de lei que nos favoreçam individualmente, e continuaremos a nos esconder do espelho...

Marcia Frazão

Arnaldo Antunes

"poupa os meus sonhos com paciência"

Conto sonhos possíveis


Ele pediu uma flor para uma borboleta 
Como eu posso voar menina bonita? 
Para sonhos que você pode e, lentamente, 
separa um pouco de suas raízes 
Então, se falta asas, suspira. 
Experimente sem medo, que eu veja! 

Flor, com certeza, levantou vôo 
escovado e surpresa, um pedaço do céu. 
Eu digo que é uma escola de mentira 
mas eu podia ver com a minha avó; 
minha avó, que não lê livros de ciência 
mas poupa os meus sonhos com paciência.

Aldo J. Méndez

"Só ama quem está disposta a ser amada" - Carpinejar

Você confiaria seu aparelho sob os cuidados desta urologista? "Corta pra mim Percival"

Urologista condenada por cortar pênis de ex-noivo volta a clinicar em MG
Carlos Eduardo Cherem - UOL

A médica Myriam Priscilla de Rezende Castro, 34, foi condenada por mandar corta o pênis do ex-noivo

A médica Myriam Priscilla de Rezende Castro, 34, condenada a seis anos de prisão no regime semiaberto por ter mandado cortar o pênis do ex-noivo, que desistiu do casamento três dias antes da cerimônia, está clinicando em hospital da região metropolitana de Belo Horizonte há dois meses.

A especialidade da médica é a urologia, que trata do aparelho urinário de homens e mulheres e do aparelho genital masculino. Ela foi condenada por lesão corporal gravíssima.

De acordo com a Seds (Secretária de Defesa Social de Minas Gerais), Myriam cumpre sua sentença na penitenciária feminina Estevão Pinto, no Horto, em Belo Horizonte, desde abril deste ano, e teve permissão da Justiça para sair para trabalhar no início de junho. O nome do hospital não foi divulgado pela secretaria.

O UOL não localizou os advogados da médica para confirmar o seu trabalho na clínica. À época de sua condenação pelo crime, ocorrido há 12 anos, ela não sofreu sanções profissionais.

O crime ocorreu em Juiz de Fora (a 278 km de Belo Horizonte), em 2002. A médica foi condenada em abril de 2009, mas não foi presa imediatamente em razão dos diversos recursos impetrados pelos seus advogados.

Ela só veio a ser presa em abril deste ano, em Pirassununga (a 211 km de São Paulo), após expedição de mandado da prisão pela Justiça.

De acordo com o processo, à época do rompimento do casamento, a médica se revoltou com o ex-noivo e passou a ameaçá-lo. Ele teve sua casa e um automóvel incendiados.

Em seguida, ainda de acordo com o processo, Myriam, com a ajuda do pai, que também foi condenado, teria contratou dois homens para mutilar o ex-noivo. Devido a um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o julgamento, o pai cumpre pena em regime domiciliar.

Segundo o Ministério Público, no dia do crime, a vítima foi dominada por dois homens dentro do apartamento onde morava. Conforme a denúncia, os autores da agressão se passaram por técnicos de uma empresa de telefonia. O irmão da vítima também foi agredido.

O MP disse que os dois foram dominados, amarrados e ainda teriam sido obrigados a cheirar éter. Parte do pênis da vítima foi cortada e levada como prova da execução do serviço. Um dos executores está preso.

"Os executores usaram uma faca para cortar o pênis do rapaz e fizeram questão de dizer que estavam agindo a manda da ex-noiva e do pai dela na ocasião", informou a PC (Polícia Civil) de Minas Gerais à época da prisão da médica.

O ex-noivo sobreviveu e vive de maneira anônima. No processo que condenou a médica, não houve a participação de advogados que atuassem em seu nome.


S/C

sábado, 30 de agosto de 2014

Essa vai especialmente para o meu irmãozinho: Ubiratan di Assis. Salta una cuba libre. De preferência, cristal.

É esse o tipo de análise que gostamos e sempre indicamos. Vale a sua leitura

Com pouco mais de 30% dos votos, tecnicamente empatado com Dilma Rousseff e Marina Silva, o antipetismo é um dos grandes partidos desta eleição. Falo do antipetismo arraigado, consolidado, porque a vontade de encontrar uma alternativa ao PT é certamente maior que este percentual. A parte mais dura e a face mais visível do antipetismo são os odiadores do PT. Esses aceitariam qualquer hipótese para derrotar Dilma Rousseff, até um golpe militar (como me escreveu uma menina esta manhã) - desde que o PT fosse para "o quinto dos infernos", como postou um amigo no meu mural.

Há muitas razões para o antipetismo ser um dos grandes partidos políticos brasileiros, algumas delas nem são derivadas de erros do partido. O sucesso, por exemplo, é uma das maiores causas de ódio - e uma dúzia de anos ao poder, vencendo eleições livres e limpas, convenhamos, é recorde sem precedentes na nossa breve e tantas vezes interrompida história republicana. Outra razão tem mais a ver com os defeitos dos "haters": não são poucas, infelizmente, as viúvas da ditadura, as pessoas afetadas por "racismo de classe", os que têm cólicas à simples menção de políticas de transferência de renda ou de ações afirmativas.



Outros são derivados de erros do partido. Erros políticos, erro nos comportamentos antirrepublicanos de parte da sua elite, erros em políticas públicas (economia, questão homossexual), erros na gestão da sua própria imagem. Foram muito tais erros e foram se acumulando ao longo dos anos de forma que, já há algumas eleições, mesmo quem continuava votando no PT o fazia com realismo: fechava um olho para os desmandos antirrepublicanos dos seus escândalos, por exemplo, porque preferia as suas políticas públicas. Aliás, o PT continuou sendo a escolha preferida durante as últimas três eleições em função de três coisas, e apenas dessas: a) as suas políticas políticas sociais, durante os últimos 12 anos, que efetivamente operaram na redução da miséria e da desigualdade; b) políticas bem-sucedidas no governo Lula que, por meio do aumento de emprego e renda, promoveram efetivamente ascensão social (mas se esgotaram); c) políticas redutoras da gigantesca desigualdade regional do país, por meio de novos polos econômicos em regiões tradicionalmente preteridas, de uma maior dispersão de universidades públicas etc. (a razão da força do PT no Nordeste).

De resto, faz tempo que o PT não é visto como um partido propriamente virtuoso no que diz respeito às condutas republicanas. Não é que os outros sejam melhores, mas é ele quem está no poder em nível nacional. E em política, não canso de repetir, não existe culpa ou erro sem alocação de dono: vai tudo para a conta de quem manda. E foi assim que, ao lado do PT, foi-se formando a sua nêmesis, o antipetismo, uma força política que cresce exponencialmente a cada eleição e que, em 2014, pode já ter alcançado volume e alcance suficiente para derrotar o Partido dos Trabalhadores na corrida presidencial.

Wilson Gomes

Um ser do bem

Goldman não acredita em Marina. Eu não acredito nele.

MARINA, UMA PROFISSIONAL ESPERTA

Sobre o avião, Marina não sabia de nada, usou o aparelho sem perguntar. Podia ter perguntado quem emprestou e por quê, já que quem empresta sempre espera alguma coisa em troca
Alberto  Goldman
ALBERTO GOLDMAN

Caetano acredita em Marina. Eu acredito nele.

" MARINA PRESIDENTE. Quanta coisa se mexe com esse grito! A segunda mulher presidente e - detalhe de grande força que não tem sido lembrado - o primeiro postulante de pele escura. Com seus elegantes traços, resultado óbvio da mistura de cafusos com mamelucos, Marina, além de vir do coração da Amazônia (onde a lei faz quase desesperados esforços para instalar seu império), da luta ao lado de Chico Mendes, da fase heróica do PT, ela significará a chegada de evidentes fenótipos negros no posto da Presidência da República. Isso não é pouco. 




Sentirei orgulho (todos sentiremos coisas diferentes sobre o Brasil) ao ver seu rosto representando nosso país nas imagens que se espalharem pelo mundo. Mas há mais. Muito mais. O tom digno com que Marina mantém, desde sua útlima tentativa eleitoral majoritária, a determinação de levar à frente os avanços conquistados por FH e Lula. A coerência íntima com que ela se manifesta ao longo dos anos (que é diferente do mero repetir a mesma coisa). Sou dos que sempre quiseram que o país aproveitasse o que essa sucessão de lutadores pela democracia nos legou. Eu já disse em entrevista que, diferentemente de alguns amigos esquerdistas, não tenho rejeição pelos economistas de base liberal que se acercam de Marina. Pelo contrário, dado o conteúdo do primeiro livro de Eduardo Gianetti, "Vícios privados, benefícios públicos?", em que o ponto de interrogação define o liberalismo crítico que se expande pelas páginas que não deixam de lado nem mesmo o suspeito desprezo da filosofia europeia pelo homem tropical, e também dos últimos escritos de André Lara Resende, em que a obsessão com o crescimento perene é posta em cheque, não vejo por que jogar fora a liderança de uma mulher com esse histórico sobre técnicos que são também pensadores. Vou votar em Marina como votei em Lula em 2002. E, mais, como votei em Marina em 2010. Chorei na cabine no momento Lula (havia toda a simbologia da chegada dele à presidência e demasiadas complexidades em minha vida). Senti felicidade ao votar em Marina em 2010: saber que contribuía para fazer forte a marca de sua presença no imaginário nacional!... Agora, vejo o momento Marina. Irresistível. Cheio de promessas e insinuações. É a sociedade brasileira se movimentando para crescer com dores suportáveis. O que está à nossa frente é a nossa respeitabilidade como nação. Recusar isso seria estar cego para toda luz."

A mala de maldades do Malafaia já provocou mudanças no programa da Marina. A promessa não durou o despertar de um sono.

Campanha de Marina elimina trechos de capítulo 'LGBT' do programa. 


Tá na cara, o mineiro não representa a mudança. O segundo turno tem a cara do PT.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

O futuro nos fisgou, não tem mais escapatória. A resistência sucumbirá juntamente com a teimosia.

Uma nova universidade na Flórida inaugurou uma biblioteca sem prateleiras e sem livros físicos. Objetivo é oferecer mais livros em formato digital para os alunos, e o acervo conta com mais de 135.000 e-books.

Bookless library

Tá na cara: Woody enxerga mesmo muito bem.

Woody Allen lança novo filme, mas reclama de sua vida "sem esperança, assustadora" e da "porcaria" do cinema americano.


Tanto faz

Essa turma perde o amigo, mas não perde a piada.

Nana Gouvea já tira fotos em frente a comitê de Aécio

Sensacionalista


Acostumada a aparecer sempre que alguma desgraça acontece, Nana Gouvea agora resolveu se antecipar. Ela já está tirando fotos em frente a comitês de Aécio. O ensaio será publicado logo depois do resultado do primeiro turno. Outro que acertou sua participação foi Mick Jagger, que já gravou inclusive um vídeo de apoio ao senador.


Na início da semana o senador foi visto visitando o terreiro de um pai de santo que traz o eleitor de volta em três dias. O trabalho, pelo visto, não está fazendo efeito. Aécio fez o despacho todo de branco.


O recado tá dado!

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Pasmem!

Xico Sá lavou a égua


Minha primeira noite com Nicole Puzzi, musa do cinema popular brasileiro, no lançamento d´O Livro das Mulheres Extraordinárias.


Peidei, mas não fui eu

“Teve pum. Mas foi silencioso e sem cheiro”, diz Pastor Everaldo sobre entrevista no JN



 RODRIGO RODRIGUES - Terra

Auto intitulado “candidato da família”, o Pastor Everaldo (PSC) não estava numa noite muito inspirada nesta terça-feira (26) durante debate entre os presidenciáveis na TV Bandeirantes, em São Paulo.

Nervoso, o candidato várias vezes se atrapalhou ao responder as perguntas dos oponentes e estava visivelmente desconfortável com o relógio que marcava o tempo de réplicas e tréplicas.

Na saída do estúdio da Band, Everaldo confirmou o nervosismo, mas se disse satisfeito com o desempenho no debate.

“O relógio de fato me atrapalhou um pouco, porque gosto de seguir as regras que foram acertadas previamente. Mas acho que conseguimos dizer o que a gente pensa sobre temas caros a comunidade evangélicas e às famílias brasileiras. Foi apenas o primeiro debate e acho que a medida que outros forem acontecendo, a gente vai ficando mais a vontade”, declarou o pastor.

Esbanjando bom humor e simpatia, o pastor foi indagado pela reportagem de Terra Magazine se ficou ofendido com um vídeo que circula na internet fazendo piada sobre a participação dele no Jornal Nacional.

Em montagem feita por internautas, Pastor Everaldo aparece soltando um pum durante entrevista na Rede Globo, no último dia 19 de agosto.

O candidato afirma que as brincadeiras fazem parte do jogo político e fez uma confissão:

“Claro que não. A gente entra na campanha e acaba virando alvo das brincadeiras mesmo. Faz parte do jogo. Mas vou te confessar um segredo: teve pum. Mas foi silencioso e sem cheiro”, brincou o pastor, que estava acompanhado da esposa e de partidários do PSC. 

A brincadeira contra o Pastor Everaldo é inspirada numa outra montagem feita em 2008, chamada de Hillary Clinton Farts (Pum de Hillary Clinton). 

O vídeo já foi visualizado por mais de 6,7 milhões de pessoas. Ele mostra a então candidata das prévias do Partido Democrata soltando um pum – de mentira – durante o debate com os colegas de sigla que disputavam as prévias para indicação à Presidência da República. 

Não se sabe se por causa do pum ou não, mas Obama saiu o vencedor daquela eleição e governa os Estados Unidos até hoje. 

Vamos ajudar, gente. Escolha uma das duas e proporcione uma partida definitiva do blogueiro pra Cochinchina. Bye, bye baby.

A capa é Capital