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quinta-feira, 24 de julho de 2014

E aí, como fazemos?


Combater inflação levando o desemprego a 13% e com arrocho salarial qualquer um; quero ver é combater a inflação com pleno emprego e alta na renda.

É mais ou menos o que Lula disse outro dia. O ex-presidente sertanejo e metalúrgico irrita muita gente pq costuma dizer o óbvio. Já o ministro da Fazenda favorito da oposição escrita, falada e televisionada, acredita que o salário mínimo muito alto (sic), provoca inflação e sufoca o setor produtivo.

Nenhuma nação do mundo incluiu dezenas de milhões de pessoas no mercado de consumo sem pressionar preços e estimular investimentos privados.

Como bem escreveu o economista (já vou lembrar o nome dele e editar o post), as empresas no Brasil boicotam a queda dos juros, acostumados que estão com os lucros da ciranda.

Sem investimentos e com inclusão social/econômica, a conta não fecha. Que solução nossos candidatos oferecem?

Alexandre Porto

Mas eu acho a vida um espetáculo belíssimo ! (Ariano Suassuna)

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É isso aí...

Rosas, Roses, Rosas... O poder é volumoso e voluptuoso na arte de 'pecarear'.

Livros lançados nos EUA revelam as ex e atuais amantes de Bill Clinton, entre elas Barbra Streisand

A atual amante do ex-presidente seria uma 'loira de seios volumosos e voluptuosa'
La Nacion



WASHINGTON — Apesar de ainda faltarem dois anos para as eleições presidenciais nos Estados Unidos, em que Hillary Clinton aparece como favorita, a campanha já está a pleno vapor. Primeiro foram as declarações inesperadas de Monica Lewinsky e agora são dois livros que apontam os romances do passado e do presente do marido da possível candidata, o ex-presidente Bill Clinton.

O jornalista Daniel Halper, editor da conservadora revista “The Weekly Standard”, lançou o livro Clinton INC: The Audacious Rebuilding of a Political Machine (ainda não lançado no Brasil), que repassa a vida amorosa de Clinton antes e durante a sua gestão na Casa Branca de 1993 a 2001. Ele revela também que sua midiática relação com a estagiária Monica Lewinsky foi utilizada por governos estrangeiros para chantageá-lo.

Segundo Halper, antes da relação de Clinton com Lewinsky — que fez estremecer o governo do presidente — o marido de Hillary teve outros romances, alguns relacionados com a indústria cinematográfica, citando o jornal espanhol “El Mundo”.

Entre as ex-amantes, o jornalista menciona a atriz Barbra Streisand, que era uma das maiores contribuintes para sua campanha política, e a britânica Elizabeth Hurley.

Também para demonstrar o poder de sedução do ex-presidente, o livro assegura que ele conquistou Lencola Sullivan, miss Arkansas, Estado onde nasceu Clinton e também onde foi governador.

Halper foi mais além e contou que, antes de ser presidente, Clinton saiu com uma estudante em Califórnia, e que havia tentando forçá-la a fazer sexo com ele, a mulher nunca apresentou queixa.

CHANTAGEM

O livro de Halper também relaciona a vida sexual de Clinton com sua gestão como presidente. As conversas eróticas entre ele e Lewinsky, por exemplo, foram interceptadas por autoridades de Israel, Rússia e Reino Unido e usadas como arma de extorsão.

O jornalista conta o caso concreto de um pedido de Benjamin Netanyahu, em seu primeiro mandato como Primeiro Ministro de Israel, que utilizou esses áudios para exigir a liberação de um espião norte-americano que havia trabalhado para eles, Jonathan Pollard. No entanto, o presidente não pode atender o pedido por pressões da CIA.

Clinton ficou sabendo do vazamento de suas chamadas e advertiu Lewinsky:

“É possível que tenham nos escutado”, disse ele à estagiária e aconselhou que se alguém pergunta-se algo, ela deveria dizer que tratava-se de brincadeiras inocentes, segundo uma extensa investigação de uma equipe de advogados que trabalhou para Lewinsky quando o escândalo foi revelado, e que agora vem à tona.

Segundo os documentos, Lewinsky disse que Clinton sabia que estavam sendo grampeados, mas as conversas com conteúdo sexual eram para ele uma forma de de excitação.

Conversas desse tipo com outras mulheres, como uma com quem ele falou animadamente durante uma viagem às Ilhas Seychelles, foram registradas também pelo governo britânico.

A NOVA AMANTE

Enquanto Halper se centra no passado, o jornalista Ronald Kessler fala sobre as infidelidades do presente de Bill Clinton. Em seu livro, The First Family Detail: Secret Service Agents Reveal the Hidden Lives of Presidents. O autor conta que o ex-presidente tem uma relação extraconjugal com uma “loira de seios volumosos”, que o Serviço Secreto denominou extraoficialmente como "Energizer".

Kessler, reconhecido por cobrir temas relacionados ao mundo dos serviços secretos revela em seu livro que nenhuma das normas de protocolo são respeitadas quando Energizer chega na casa do ex-mandatário de carro, muitas vezes minutos depois que Hillary saiu.

“Não a detém, não se aproximam dela, a deixam ingressar”, é a ordem que tem os agentes, segundo o informante de Kessler.

Energizer, que é descrita como uma “loira voluptuosa”, é “simpática e agradável e as vezes leva biscoitos para os agentes”.

Segundo Kessler, os agente estão preparados para avisar ao ex-presidente, de 67 anos, quando sua esposa regressa. O livro revela que uma vez a advertência chegou tarde demais e que os “agentes tiverem que sacar Energizer como puderam”.

O livro vai cair mal para a mulher de Bill, não só porque revela mais um caso extraconjugal, mas porque, segundo Kessler, os agentes a consideram desagradável e hostil.

Hillary, de 66 anos, continua sem definir si será candidata à presidência de 2016, apesar de ter sugiro que gostaria de ter um escritório com “poucos ângulos”, em alusão a Sala Oval da Casa Branca.

Exerça sua cidadania!

Você sabe o que fazer no caso de descumprimento da ‪#‎LeideAcesso‬ à Informação (LAI)?
A LAI é válida para o Legislativo, Executivo e Judiciário, nas três esferas de poder (federal, estadual e municipal). E, caso o seu direito de acesso à informação não esteja sendo respeitado, você pode encaminhar denúncias aos responsáveis por sua garantia.



Lembrando também que, caso o órgão ou entidade negue o acesso à informação ou não forneça o motivo da negativa de acesso, você poderá apresentar recursos.

Uma bela e engenhosa capa

Link permanente da imagem incorporada

Garoto esperto!





"Ariano é eterno em sua irreverência, profundidade, sabedoria e universalidade."

Comecei a me interessar por literatura na adolescência. Meus mentores foram meus tios Livio, que me apresentou Fernando Pessoa, e Geraldo, que me falou pela primeira vez de Ariano Suassuna. Quando ingressei na faculdade, passei a frequentar o Teatro Popular do Nordeste, do qual ele foi um dos fundadores ao lado de Leda Alves e Hermilo Borba Filho. Assisti às gargalhadas “O Santo e a Porca”, entre outras peças do autor paraibano. Ali descobri que o regional podia ser universal. Do figurino à interpretação dos atores, tudo representava o sertão profundo num contexto abrangente e contemporâneo. Seus tipos, suas histórias, seus cantadores remetiam a Taperoá dele e a minha São Bento do Una, ambas povoadas por aboiadores, cordelistas, violeiros, loucos sonhadores e contadores de histórias. Era o surrealismo ibérico, brasileiro e nordestino in natura. 



Posteriormente, Ariano criou o Movimento Armorial, que parte das mesmas premissas - o regional como universal, e que reivindicava o direito de vilas, cidades e aldeias se expressarem sem a obrigatoriedade de ser hollywoodiano ou anglófono. Como ele mesmo gostava de dizer, não troco meu oxente pelo OK de ninguém. Ariano jamais sofreu do complexo de cachorro vira-latas que parte da nossa intelectualidade comunga. Anos depois, homenageei um de seus personagens mais queridos, João Grilo, o anti-herói de “O Auto da Compadecida”, em minha música “Que Grilo dá”: “Me chamam cobra cascavel / Sou João Grilo, menino traquino que grilo que dá / Cancão de Fogo, Viramundo, Malasarte / Sou o riso e o desastre do meu Brasil popular”. 
Três dias antes de ele ser hospitalizado, pesquisando na internet, o acaso me levou a encontrar o link com um trecho de uma aula-espetáculo ministrada por ele e o compartilhei no Facebook. A repercussão foi incrível. Comentários e mais comentários em saudação reverente ao mestre. Meu filho Rafael, de 13 anos, e seu colega de escola, Alexandre Carneiro, ficaram encantados e, assim como eu, se tornaram seus fãs. Sua obra não tem idade e segue na embolada do tempo: “o tempo em si, não tem fim não tem começo, mesmo virado ao avesso não se pode mensurar”. Ariano é eterno em sua irreverência, profundidade, sabedoria e universalidade.

Alceu Valença

Isso não me basta, mas deixa-me deveras satisfeito.

IDH do Brasil melhora e supera média da AL, mas é o 79º em ranking mundial

Bruna Borges e Fernanda Calgaro -  UOL

Sueli Dumont, de Jaboatão dos Guararapes (PE), é beneficiária do Bolsa Família; programa federal foi elogiado no relatório do Pnud sobre IDH
Sueli Dumont, de Jaboatão dos Guararapes (PE), é beneficiária do Bolsa Família; programa federal foi elogiado no relatório do Pnud sobre IDH


O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil subiu uma posição e superou a média da América Latina e Caribe. Com isso, o país ocupa o 79º lugar no ranking mundial com 187 países. O índice brasileiro é 0,744 -- a média da região é de 0,74 e a média mundial ficou em 0,702.

Os dados foram divulgados em relatório do Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) nesta quinta-feira (24) com base em números referentes ao ano de 2013. A escala do IDH vai de 0 a 1 -- quanto mais próximo de 1, melhor o desempenho do país.

Neste ano, houve mudança de metodologia e o Pnud atualizou todos os dados da série histórica, desde 1980. Com base na nova forma de calcular o índice, o IDH do Brasil referente ao ano de 2012 ficou em 0,742, que o colocou em 80º no ranking mundial.

Com o índice divulgado hoje, o Brasil está no grupo de países com desenvolvimento humano alto -- existem ainda faixas para "muito alto", "médio" e "baixo" -- e ocupa a segunda posição na lista dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Com índice de 0,778, a Rússia ocupa a 54ª posição no ranking e, no grupo, a Índia tem o menor IDH, com 0,586, e está no 135º lugar.

Para se ter uma ideia, o IDH mais alto é o da Noruega (0,944) pelo quinto ano consecutivo, e o pior desempenho de desenvolvimento humano é do Níger (0,337). Dois países apresentam o mesmo IDH que o Brasil: Geórgia (país que fica entre a Europa e a Ásia) e por Granada (América Central).

Conforme o documento do Pnud, a expectativa de vida dos brasileiros é de 73,9 anos; a média de escolaridade entre os adultos é de 7,2 anos; a expectativa de tempo de estudo é 15,2 anos; e a renda nacional per capita anual é de US$ 14.275 (cerca de R$ 31.697 com o câmbio atual). 

Eu sei, mas deveria ser diferente.

"Não sei, só sei que foi assim". Essa frase de João Grilo explica tudo nesse mundo. É uma definição de narrativa q deixaria Walter Benjamin salivando de prazer em Frankfurt. Tá la no Auto da Compadecida de Suassuna, grande também na arte de reinventar velhos personagens das histórias orais e da literatura de cordel, como o anti-herói do folheto clássico escrito em 1932 pelo poeta e astrólogo João Ferreira de Lima, um dos tantos gênios -ô fartura de poesia!- de São José do Egipto (PE). 




Louco como era comum essa dupla militância entre poesia e astrologia no Nordeste do Brasil. Só sei que também pode ser assim. Boa noite, beijos

Xico Sá

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Cajazeirense ordena a soltura de ativistas

Desembargador concede liberdade para ativistas denunciados por violência em manifestações

Siro Darlan ordenou a soltura de cinco presos e mandou recolher mandados de prisão contra outros 18 denunciados

O Globo

Siro Darlan e Zeca Pagodinho 

RIO — O desembargador Siro Darlan concedeu, nesta quarta-feira, a liberdade para os cinco ativistas presos e mandou recolher mandados de prisão preventiva contra outros 18 manifestantes que eram considerados foragidos. Todos são citados no processo que investiga atos violentos durante as manifestações. Eles tinham sido denunciados pelo Ministério Público estadual por formação de quadrilha armada. Mais cedo, os advogados do grupo haviam entrado com 20 pedidos de habeas corpus na 7ª Câmara Municipal. (...)




Ariano era alegria. Que assim seja...

De um dia pro outro, o Brasil ganhou o Dunga de volta e perdeu Ariano Suassuna para sempre. Ou seja, outro 7 a 1, dessa vez moral!
Tutty Vasques


Barbara Heliodora fala sobre a obra-prima do escritor, morto nesta quarta-feira

Artigo: 

'Auto da Compadecida', um clássico


Barbara Heliodora - O Globo

Ariano Suassuna, em abril deste ano Foto: Hans Von Manteuffel / Agência O Globo

Ariano Suassuna é a prova de que uma cultura vasta e o conhecimento das grandes tradições da arte ocidental parecem ser a melhor base para a criação de uma obra essencialmente brasileira; nascido e criado no nordeste, sua obra dramática foi desde o início influenciada tanto pelo teatro de mamulengos e pela literatura de cordel, quanto por tudo que ele conhecia do teatro universal; e com o tempo Suassuna se dedicou fundamentalmente àquelas expressões de suas origens, integrando-as com as formas eruditas que lhe pareciam ser o melhor caminho para se conseguir estabelecer uma comunicação plena entre a riqueza regional e o total do Brasil contemporâneo. Desde cedo a forma dramática foi sua favorita, e sua obra teatral é vasta, com boa parte dela merecendo atenção e aplauso; no entanto, Suassuna, no teatro, pagou o preço de ter todas as peças que escreveu comparadas ao “Auto da Compadecida”, um dos raríssimos clássicos da dramaturgia brasileira, tão extraordinário que sacrificou, com a possível exceção de “O Santo e a Porca” e “O Casamento Suspeitoso”, todo o resto de suas companheiras.

O talento de Ariano Suassuna era imenso e servido por uma cultura vasta e primorosamente assimilada, de modo que dela se pôde servir com proveito, como fica evidenciado pelo uso da forma do auto medieval para a construção da peça que mais o consagrou. E se aqui me refiro quase que exclusivamente ao “Auto da Compadecida”, é porque sua importância é imensa, e nenhuma outra obra teatral brasileira tem o alcance dela em termos de comunicação com o público.

Não sei a quantas montagens do “Auto da Compadecida” já assisti, mas de uma coisa estou certa: nunca vi uma sequer que não fosse pelo menos satisfatória, e creio que a razão é o fato de não haver ninguém, por estes Brasis, que não reconheça e identifique sua brasilidade, que não se solidarize com as agruras de Chicó e João Grilo. E é preciso parar e pensar para que possamos nos dar conta da justeza, da economia, do cuidado e do requinte que puderam produzir esse texto que parece tão espontâneo, tão simples, tão ingênuo. Se o texto fala de bem e mal, de certo e errado, ele jamais se torna moralizante: a essência crítica vem muito do que se encontra na literatura de cordel, mas o pequeno Sacristão é sem dúvida o “bobo de Deus” medieval, em quem a verdade transparece na ingenuidade. E quem quiser, hoje, denunciar a corrupção entre os poderosos, deve montar o “Auto da Compadecida”, pois lá ela é exemplarmente apresentada.

Devo a Ariano Suassuna uma das experiências mais ricas de toda a minha vida de espectadora no teatro: não estava no Rio, nos idos de 1956, quando estreou aqui a montagem de “Auto da Compadecida” pelo Teatro Adolescente do Recife, e quando cheguei várias pessoas me disseram que estava em cartaz uma peça brasileira de excepcional qualidade. Com a maior curiosidade, lá fui eu ao Teatro Dulcina e... não acreditei; no dia seguinte fui ver de novo o “Auto da Compadecida” para ter confirmada a minha impressão de que havia visto algo realmente extraordinário, impressão que tenho até hoje, quando reconheço que esse é um dos únicos clássicos do teatro brasileiro.


Sei que a figura de Ariano Suassuna é ainda muito mais rica e variada do que isso, mas por outros serão comentados os muitos aspectos de sua vida, seu talento e sua obra, enquanto aqui, neste momento tão difícil para o teatro brasileiro, é muito bom lembrar que, a nosso favor, existe um “Auto da Compadecida”, um Chicó e um João Grilo, exemplos de esforço pela sobrevivência na luta do dia-a-dia, com a certeza de que eles continuarão para sempre servindo o teatro brasileiro e lembrando Ariano Suassuna.

 





E agora, em quem acreditar? Essa imprensa vai nos deixar loucos!

Capa do jornal Correio Braziliense

TIM anuncia que vai investir R$ 11 bilhões no Brasil até 2016

Anúncio aconteceu após reunião do presidente da controladora da TIM com Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto

Veja

Loja da Tim


Menino(a)s com caras multiculturais devem surgir nos próximos nove meses. Será uma torrente de babel

As festas e noitadas viradas durante a Copa do Mundo no Brasil já estão surtindo efeito. Amigo da coluna contou que três amigas estão grávidas de turistas ocasionais. 

Bruno Astuto - Época

A torcida uruguaia ganhou o título de, digamos, uma das mais festeiras da Copa  (Foto: Divulgação)

A futura mamãe de um bebê de dupla nacionalidade - o pai é uruguaio - notou que ela não é a única. Ao fazer o exame de sangue para ter a certeza da gravidez, o resultado, que normalmente sairia pela Internet em poucas horas, estava disponível somente durante a madrugada. A explicação pela demora foi que  o laboratório estava superlotado com os pedidos como o dela. Vale lembrar que nove meses depois da vitória da seleção espanhola, em 2010, notou-se um incremento na taxa de natalidade. O baby boom, ao que parece, foi causado pela maneira apaixonada que os espanhóis comemoraram o tão esperado título. Outra curiosidade é que, há dois anos, quando o Barça ganhou a Champions League, algumas maternidades catalãs também verificaram, nove meses mais tarde, uma subida de 45% nos nascimentos, segundo reportagem da Televisión Española.

Em 2006, os alemães batizaram a Copa do Mundo de 'conto de fadas de verão', pela tremenda euforia nas ruas e cidades do país durante o verão europeu. De acordo com reportagens das época, médicos e parteiras disseram que o número de nascimentos nove meses depois foi acima do normal e os cursos de preparação ao parto ficaram lotados

E a gente vai tomando que, também, sem a cachaça, ninguém segura esse rojão.

Estudo tenta descobrir se cachaça tem mais qualidade que uísque e conhaque

Gustavo Simom - Folha

A surpresa: "Quando a cachaça atingiu um ano e meio de maturação, superou as demais bebidas em todos os aspectos". Isso não significa necessariamente que ela seja superior, "mas conseguiu extrair mais diferenciais da madeira que outros destilados".

Por diferenciais, entenda-se menos contaminantes (que são deletérios à bebida) e mais marcadores de envelhecimento –que terão reflexo positivo na parte sensorial.


S/C

Missa de Sétimo dia - Zé Sacristão

Missa de Sétimo em sufrágio da alma de Jose Alves Pereira -
 Zé Sacristão.

Dia 23 de julho às 19h.



Igreja Nossa Senhora de Fátima  - Setor D Sul - Área Especial 3 Taguatinga -Sul
Brasília-DF

Falou: "Se tem uma denúncia contra o Aécio, que se investigue corretamente, que se apure com a maior seriedade e se tiver procedência, que se tome as medidas cabíveis"

A explicação de Aécio não decola

Torraram R$ 13,9 milhões em Claudio, mas há um aeroporto equipado a 36 quilômetros de distância, em Divinópolis

Elio Gaspari é jornalista



Desde domingo, quando o repórter Lucas Ferraz contou que a Viúva construiu uma pista de pouso asfaltada no município de Cláudio (MG), a seis quilômetros da fazenda centenária do ramo materno da família de Aécio Neves, o candidato tucano à Presidência da República ofereceu explicações insuficientes para satisfazer a curiosidade de uma pessoa que pretenda votar nele em nome do seu compromisso com a gestão e a transparência. Situações desse tipo afloram em campanhas eleitorais e a maneira como os candidatos lidam com elas instrui o julgamento que se faz deles.

O campo de aviação de Cláudio fica a 120 quilômetros do aeroporto de Confins e a 36 quilômetros da pista bem equipada de Divinópolis. Lá estão as terras da família Tolentino, na qual nasceu Risoleta, avó de Aécio e mulher de Tancredo Neves. Ela morreu em 2003, deixando no espólio a Fazenda da Mata, recanto onde seu neto às vezes se refugia. A obra custou R$ 13,9 milhões ao governo do estado e foi construída em 2010 quando ele o governava. No ano anterior, segundo o IBGE, a receita orçamentária realizada do município foi de R$ 26,3 milhões.

Aécio respondeu com uma generalidade: “Tudo foi feito com a mais absoluta transparência e correção.” Juntou uma redundância: “O aeroporto foi construído em área pertencente ao estado, não havendo, portanto, investimento público em área privada.” Finalizou com uma precipitação: “Já foi tudo explicado.”

Por enquanto há em Cláudio uma pista de um quilômetro, capaz de receber jatinhos de até 50 lugares, sem equipamento ou homologação da Anac. Falta explicar é a necessidade de a Viúva ter construído essa nova pista naquelas terras. A área foi desapropriada em 2008. Sem isso a obra não poderia ter sido custeada pelo governo do estado. Os Tolentino disputam o valor oferecido pelas terras (R$ 1 milhão). Uma peritagem, ainda que tardia, poderá resolver a questão. O próprio candidato argumenta que “aeroportos locais, que não possuem voos comerciais, ou pistas de pouso fechadas são prática comum em aeroportos públicos, no interior do país, como forma de evitar invasões (...) que possam oferecer riscos à segurança dos usuários”. Tem toda razão e leva ainda o mérito de expor uma questão relacionada com os investimentos públicos em pistas que só recebem aviões privados. Talvez Cláudio precisasse de uma. Do jeito que está, recebe irregularmente uns dois aviões por semana. O ex-governador informa também que não se tratou de construir uma nova pista, mas apenas de modernizar outra, de terra, feita em 1983, quando seu avô era governador e um Tolentino, prefeito da cidade. A Viúva não deve ter ficado com essa conta, pois a terra era privada.

A comodidade de uma pista de pouso paga e mantida pela Boa Senhora é o objeto do desejo de todo fazendeiro. Tome-se, porém, o exemplo de Paul Mellon, um finíssimo bilionário que vivia entre seu haras da Virgínia e o mundo. Comprou um avião e, para seu conforto, construiu um aeroporto dentro de suas terras, em Upperville. Lá, avisa-se: “Uso privado. É necessária autorização para pousar.”

Mellon fez o aeroporto com o dinheiro dele. A pista de Cláudio, como diria Armínio Fraga, foi construída com o “meu, o seu, o nosso”.

É, meu amigo, não existe mais a figura do amador. A tecnologia acabou com a fantasia, matou o Don Juan que existia em você.

É uma besteirinha, mas que pode ser de utilidade pública. A insegurança no sexo oral é um problema que aflige muita gente. O aplicativo Lick This te ajuda a descobrir se suas habilidades ‘linguísticas’ estão ou não agradando.

Catraca Livre - 

lick-app-oral-sex-1

Primeiro a tela deve ser coberta com um filme plástico e em seguida é só mandar ver na lambeção. A prática do sexo oral em mulheres desperta dúvidas em muitos homens, daí a ideia do app, para ajudar os interessados a melhorar seu desempenho.

“Vale tudo para melhorar a performance”, comenta a relações públicas Luiza Moreira. “Se o aplicativo funcionar mesmo, acho super válido usar! Só não deve ser muito excitante assistir ao treinamento”, brinca. Fica a dica para os meninos treinarem escondido.

Para usar o Lick This basta acessar o link de um smartphone. Em seguida o serviço pedirá para que você cubra o smartphone com uma película plástica para garantir a higiene e depois é só escolher o exercício.

É uma luta constante!

S/C

terça-feira, 22 de julho de 2014

Pense nisso!

Quem publicou erradamente, ora, tenha a decência de desinventar

Empreiteira que fez viaduto em Belo Horizonte culpa Prefeitura pelo desabamento.
UOL

Não, você não leu errado: foi utilizado somente UM DÉCIMO do aço necessário. "Acho que foi um milagre não ter caído antes", disse um dos responsáveis pela perícia.
Época



Relatório do TCU isenta Dilma Rousseff de responsabilidade por prejuízo da Petrobras na compra da refinaria de Pasadena:
UOL






Morre Ariano!



Morre Ariano Suassuna, autor de "O Auto da Compadecida", aos 87 anos