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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Uma cabeça brilhante ante a estupidez de uma diretora pouco afeita a realidade.

Eu morava em Andradina, cidade do interior paulista. Estava na primeira série que naquela época funcionava como uma alfabetização, pois começávamos já por ela. 



Havia aprendido a primeira lição que era a empolgante aventura de "O pato nada" "pato nada" "pa" "na" "to" "da". A professora demorou tanto nos padrões silábicos do p e do n que peguei rápido a lógica da coisa e entediada fui lendo em casa as lições da frente. Não demorou muito e ela me flagrou lendo para uma colega "Antônio e Antônia tomam café com pão e manteiga". 


A classe inteira ainda estava nadando com o pato. Eu na minha quase patológica (e não escolho esse termo por acaso, tem a ver com o pato) timidez, disse, tal pata que era, que não estava fazendo "nada". Ela, D. Terezinha (Nossa! Como eu adorava!), disse: "Venha comigo até à direção". Pensei como boa sertaneja: "Estou lascada!" Lá, D. Terezinha cheia de emoção pediu que eu repetisse a proeza e lesse a lição dos irmãos que tomavam café. Reli. A diretora ficou admiradíssima! Alguém lhe ensinou em casa! "Não, senhora!" Garanti que minha família fosse inocentada, como de fato era. A professora: "Eu ainda estou na primeira lição, Fulana (não lembro mais o nome da diretora) e ela me apresenta uma leitura com padrões silábicos complexos (ou coisa que o valha) e não sabe o mais surpreendente, ELA VEM DA PARAÍBA!". A diretora: "É mesmo?" Não entendi o espanto. Eu tinha um tio chamado Antônio, uma tia chamada Antônia, todos bebiam café, comiam pão com manteiga, inclusive a de garrafa (a melhor que há). Li mais umas três vezes para que a diretora acreditasse. A professora me deu beijos na cabeça e eu voltei para sala feliz, idiotamente feliz. Ao chegar em casa quis contar do sucesso que achava que tinha feito, mas não sabia na verdade como contar, nem sabia o que de fato tinha feito e fiquei calada. Não sabia que a minha grande proeza era ter nascido na Paraíba!

Carmen Sevilla

Vejam só que barbaridade.

Alguns dos "justiceiros" que espancaram e deixaram nu e acorrentado a um poste um jovem morador de rua acusado de pequenos furtos no Flamengo foram presos ontem pela polícia.


Acusação: integrarem uma quadrilha de traficantes de drogas.
É o tal negócio, o mundo gira e a Lusitana roda...


Cid Benjamim

Nosso 'caipira' faz até avião levantar.

Equipe de universidade no interior de São Paulo patenteia "viagra caipira"

Crédito: Michael Wolf/Wikimedia CommonsLegenda: A planta Piper cubeba, ou pimenta-de-java, usada por pesquisadores que procuram um "novo viagra"
A planta Piper cubeba, ou pimenta-de-java, usada 
por pesquisadores que procuram um "novo viagra"


Viagra caipira

"ninguém mandou a gente botar a mão no fogo por pessoas que a gente não conhece direito."

Perdemos

Ganhamos a sensação de que fizemos a nossa parte, transferindo o poder para alguém; 'não é mais comigo'



Estou numa cilada. Hoje é sábado e tenho que escrever uma coluna que só vai ser publicada na segunda, falando sobre algo que aconteceu no domingo. Estou num paradoxo temporal: tenho que falar no passado para leitores do futuro sobre algo que é passado para eles, mas futuro para mim. Não sei exatamente se tenho que prever o passado ou lembrar do futuro.

Minha previsão sobre o que aconteceu ontem é a seguinte: perdemos. Independentemente do resultado. Perdemos tempo, muito tempo, discutindo com pessoas que não mudariam de ideia. Perdemos amigos --no Facebook e na vida. Perdemos a linha. Perdemos a compostura. Perdemos a razão. Perdemos a paciência. Perdemos a dignidade. Perdemos a mão --ninguém mandou a gente botar a mão no fogo por pessoas que a gente não conhece direito.

Quem mora no Rio perdeu, ponto. Não sei dizer, ainda, se perdeu para a igreja ou para a milícia. As pesquisas apontavam que o eleitor fluminense estava preferindo a milícia. Mas talvez a igreja tenha levado. Dá no mesmo. Ambas garantem um lugar no inferno para aquele que não pagar o dízimo. A milícia oferece um serviço mais completo, te levando pessoalmente para o outro mundo. A igreja garante o seu lugar, mas não cuida da logística. Talvez por isso a vitória da milícia. O eleitor de hoje em dia está buscando essa praticidade.

No Estado do PSDB, São Paulo perdeu. Digo: no Estado de São Paulo, o PSDB ganhou. O eleitor paulista aprova Alckmin e rejeita Haddad, provando que ele abre mão da água, mas não abre mão do carro.

O "Estadão" perdeu o dono na passeata. A Folha perdeu Xico Sá. A "Veja" se perdeu por completo.

Perdemos R$ 74 bilhões em gastos de campanha --o equivalente a três Copas do Mundo ou mil hospitais públicos com equipamentos de última geração, além dos gastos de todos esses hospitais por um ano, incluindo salários.

Mas não vamos falar só de perdas. Independentemente do resultado, ganha o PMDB. A bancada da bala e a bancada evangélica também ganham força. Ganha o eleitor conservador, de lavada.

E nós ganhamos a sensação de que fizemos a nossa parte, transferindo o poder para alguém. "Não é mais comigo. Daqui a quatro anos a gente volta a brigar por isso."

Me parece que a única maneira de não perder tempo brigando por política daqui a quatro anos é passar os próximos quatro anos perdendo tempo com política.

É um sobe e desce da gota serena: poeira subindo e o suor descendo

Após BC surpreeder com alta dos juros básicos, dólar cai e Bolsa sobe.



Para investidores, movimento do Copom pode significar mudança na política econômica do segundo mandato de Dilma.

Uai!

Você sabe lá o que é isso



Hino do Batutas de São José
Composição: (joão Santiago)

Eu quero entrar na folia, meu bem
Você sabe lá o que é isso
Batutas de São José, isso é
Parece que tem feitiço
Batutas tem atração que,
Ninguém pode resistir
Um frevo desses que faz,
Demais a gente se distinguir
Deixe o frevo rolar
Eu só quero saber se você vai brincar
Ah! meu bem sem você não há carnaval
Vamos cair no passo e a vida gozar.

... começa HOJE!!!! Imperdível!!






O Amor é um Móbile” é o nome do recital poético-musical que estreia nesta semana com participação de Ubiratan di Assis e Clizenit Pinheiro, tendo na direção Eliezer Rolim. As apresentações acontecem nos dias 30 e 31 de outubro, às 20h30min, na APCEF - Associação do Pessoal Caixa Econômica Federal, no Altiplano do Cabo Branco (antiga boate da Caixa).

O roteiro de “O Amor é um Móbile” é uma criação coletiva inspirada em textos de vários poetas e compositores como Paulo Moska, Gonzaguinha, Clarice Lispector, Chico Buarque, Fernando Pessoa, Elisa Lucinda, Djavan,  Mário Quintana e o próprio Ubiratan de Assis, entre outros.

O espetáculo traz de volta, atuando juntos, os irmãos Clizenit Pinheiro e Ubiratan di Assis que, quando jovens, viveram um dos períodos de maior agitação cultural na cidade de Cajazeiras, alto sertão paraibano.
Para o diretor Eliezer Rolim, foi um desafio montar o espetáculo sem um texto definido previamente, construindo o roteiro de forma coletiva no decorrer dos ensaios, o que traz um aspecto inovador.


Ubiratan de Assis teve uma experiência anterior com Poetea – Poesia Teatralizada - projeto desenvolvido nos anos 90 em João Pessoa e levado a Salvador e Brasília, onde ele residiu nos últimos 15 anos. “Resgato uma experiência maravilhosa dirigida por Rubens Teixeira, usando ferramentas teatrais para interpretar e dar uma dimensão diferente aos versos”, afirmou Bira di Assis.


A atriz Clizenit Pinheiro considera sua volta aos palcos como um momento de resgate e ao mesmo tempo, de inovação, pois o espetáculo mescla teatro, poesia e música. Segundo Clizenit, “O Amor é um Móbile” é, também, o início do Projeto ConVersas ComVersos que pretende trazer aos palcos paraibanos novos espetáculos a partir do próximo ano.

O Amor é um Móbile” tem participação especial dos músicos Carlos Máximo com voz e violão e Merlânio Filho no violino.

A atual temporada terá continuidade  nos 14 e 15 de novembro, no mesmo local e horário.

O diretor Eliézer e Cliz




É por essas e outras que não largo mão das minhas convicções. Sabe lá o que é isso.


Sertão da PB terá HU de R$ 200 milhões e concurso para selecionar profissionais

Procedimentos para realização de concurso público para os hospitais universitários da UFCG devem ser iniciados no primeiro semestre do próximo ano
C. da Paraíba
Reprodução/Flicr/'Circuito Fora do Eixo'
Cajazeiras
O reitor da Universidade Federal de Campina Grande, Edilson Amorim, assinará nesta quinta-feira (30), em Brasília, o protocolo jurídico que permitirá à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) contratar os projetos executivos para a construção do Hospital Universitário Geral, na cidade de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.


Com 200 leitos, 124.000 m² e investimentos em torno de R$ 200 milhões, o terceiro hospital da UFCG deverá ter as obras de conStrução iniciadas em 2015.

Amorim também apresentará ao presidente da empresa, Rubens Rebelatto, o dimensionamento de pessoal e de serviços dos hospitais universitários Alcides Carneiro, em Campina Grande, e Júlio Bandeira, em Cajazeiras, para a formalização contratual da gestão compartilhada entre a UFCG e a Ebserh.

A expectativa do reitor é de que os procedimentos para realização de concurso público para os hospitais universitários da UFCG sejam iniciados no primeiro semestre do próximo ano.

Vamos arregaçar, tornar pública todas as informações possíveis e imaginárias.


Na cultura de acesso, os agentes públicos têm consciência de que a informação pública pertence ao cidadão e que cabe ao Estado provê-la de forma tempestiva e compreensível e atender eficazmente às demandas da sociedade.

A cartilha da CGU “Acesso à Informação Pública” destaca aspectos e vantagens de uma cultura de acesso, em detrimento à cultura do segredo.

Acesse a publicação em http://goo.gl/8nvEO9

O Papa segue encantando: "quer que todo mundo seja incluído no amor de Deus".

Papa Francisco é o meu herói, diz o cantor Elton John


O cantor britânico Elton John voltou a elogiar o papa Francisco, desta vez em uma festa beneficente contra a Aids em Nova York, nos Estados Unidos, em que sugeriu que o argentino seja "santificado agora mesmo", segundo informou a imprensa americana nesta quarta-feira (29).

"Há 10 anos, um dos principais obstáculos na luta contra a Aids era a Igreja Católica. Hoje temos um papa que fala abertamente sobre isso", disse o artista durante o evento, que contou com a participação do governador de Nova York, Andrew Cuomo.
Wade Payne/Associated Press
O cantor britânico Elton John se apresenta no festival Bonnaroo, em Manchester, nos EUA, em junho
O cantor britânico Elton John se apresenta no festival Bonnaroo, em Manchester, nos EUA, em junho

"Façamos este homem santo já", completou Elton John, que no ano passado já havia elogiado Francisco.

Em julho de 2013, quando a edição italiana da revista "Vanity Fair" elegeu o pontífice como "homem do ano", o cantor garantiu que "é um milagre de humildade na era da vaidade". Em julho, John classificou o papa como "maravilhoso".


Ontem, em um restaurante em Nova York, durante a solenidade de gala, o cantor garantiu que Francisco é seu "herói", depois do anúncio de que os homossexuais eram aceitos na Igreja Católica. Para o britânico, o papa "quer que todo mundo seja incluído no amor de Deus". 


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Parece até o programa do Silvio Santos: os paulistas vão ter que mais uma vez pedir a ajuda dos... NORDESTINOS.

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,irmao-da-presidente-o-ex-hippie-de-passa-tempo,1583445O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,irmao-da-presidente-o-ex-hippie-de-passa-tempo,1583445O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,irmao-da-presidente-o-ex-hippie-de-passa-tempo,1583445Dilma embarca para Base Naval de Aratu para descansarPela primeira vez, Alckmin apela para Fundação Cacique Cobra Coral
O governador contatou nesta semana o grupo conhecido por ser capaz de manobrar fenômenos naturais e, inclusive, fazer chover


Pela primeira vez, Alckmin apela para Fundação Cacique Cobra Coral

O governador contatou nesta semana o grupo conhecido por ser capaz de manobrar fenômenos naturais e, inclusive, fazer chover.




Em meio a uma preocupante crise hídrica na cidade, o governador reeleito Geraldo Alckmin contatou pela primeira vez a Fundação Cacique Cobra Coral (FCCC), que se diz capaz de manobrar fenômenos naturais e alterar o clima do planeta. Osmar Santos, porta-voz do grupo, conversou hoje, quarta (29), durante meia hora com um assessor da secretaria particular do governador. O combinado é que o Palácio dos Bandeirantes volte a ligar na semana que vem para agendar um encontro diretamente com Alckmin.
+Especialista em clima diz que seca em São Paulo deve continuar em 2015.


O trabalho da FCCC se dá através da médium Adelaide Scritori, que afirma contar com a ajuda de uma entidade umbandista conhecida como Cacique Cobra Coral. A "parceria" conseguiria promover mudanças em relação a raios, trovões e tempestades. Há convênios com diversas empresas particulares, governos e prefeituras. "Não pedimos dinheiro, mas contrapartidas como construção de obras de geração de energia para beneficiar a população", diz Santos.

No fim de agosto, Scritori chegou a mandar uma notificação por e-mail dirigida a Alckmin, alertando que o período chuvoso atrasaria esse ano e que medidas urgentes precisavam ser tomadas. Não obteve resposta.
Se o convênio com o governador for selado e ele cumprir as exigências, Santos garante que a seca é reversível. Se não, a previsão para o ano que vem se mostra das piores, com chuvas irregulares e insuficientes para recuperar os reservatórios.

Tribunais Superiores da Espanha clamam por uma reforma contra 'la corrupción'. Tanto lá como cá, temos muito a realizar.

Los jueces reclaman una reforma de la justicia contra la corrupción



Los presidentes de los 17 tribunales superiores piden otro modelo de proceso penal.



Começou a zoação!

Ma rapá, você vai me matar de rir (hahahahahahai)

Tem relação, sim, com a incompetência da oposição.

Ganho de votos de Dilma no 2º turno não tem relação com Bolsa Família


Fábio Vasconcelos - O Globo




 A discussão sobre o peso que o Nordeste teve na reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), sobretudo nos municípios mais beneficiados pelo programa Bolsa Família, esconde um detalhe. Por mais que Dilma tenha tido votação expressiva nessa região, no segundo turno, como é fácil comprovar, a candidata do PT venceu a eleição pelos votos a mais que conquistou fora do Nordeste e independentemente do Bolsa Família.

(...) percebe-se claramente que Dilma cresceu sua votação em estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. Parte disso se explica porque Dilma apenas repetiu a boa performance nas cidades com alta proporção de Bolsa Família, tendo poucos votos ainda a conquistar nessas áreas. Restaram, portanto, as outras cidades onde ela ganhou votos, independentemente de haver ou não altos percentuais de beneficiários do programa federal.

Quem vive de boniteza tem a sutileza de uma égua no pasto.

A modelo Loris Kraemerh, que queimou o título de eleitor; à dir., cena do vídeo que ela postou e apagou

A modelo Loris Kraemerh, que queimou o título de eleitor; à dir., cena do vídeo que ela postou e apagou.



Ainda vai?!

Chico segue encantando

Papa responde aos que o chamam de comunista

DCM



O Papa Francisco apelou hoje à defesa dos direitos dos trabalhadores e das suas famílias, durante um encontro com os participantes no primeiro encontro mundial de Movimentos Populares.

“Digamos juntos, de coração: nenhuma família sem casa, nenhum camponês sem terra, nenhum trabalhador sem direitos, nenhuma pessoa sem a dignidade que o trabalho dá”, declarou, perante trabalhadores precários e da economia informal, migrantes, indígenas, sem-terra e pessoas que perderam a sua habitação.

O encontro é promovido até quarta-feira pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz (Santa Sé), em colaboração com a Academia Pontifícia das Ciências Sociais.

“Não existe pior pobreza material do que aquela que não permite ganhar o pão e priva da dignidade do trabalho. O desemprego juvenil, a informalidade e a falta de direitos trabalhistas não são inevitáveis, são o resultado de opção social prévia, de um sistema econômico que coloca os lucros acima do homem”, defendeu o Papa.

A intervenção alertou para o “escândalo da fome” e as consequências da “cultura do descartável”, condenando os “eufemismos” que se utilizam para falar do “mundo das injustiças”.

“Este sistema já não se consegue aguentar. Temos de mudá-lo, temos de voltar a levar a dignidade humana para o centro: que sobre esse pilar se construam as estruturas sociais alternativas de que precisamos”, explicou.

Francisco criticou o “império do dinheiro” que exige a “guerra”, o comércio de armamentos, para a sobrevivência de “sistemas económicos”.

O Papa agradeceu aos participantes pela sua presença no Vaticano para “debater tantos graves problemas sociais que afetam o mundo de hoje” desde a perspetiva de quem sofre a desigualdade e a exclusão “na sua própria carne”.

“Terra, teto e trabalho. É estranho, mas se falar disto, para alguns parece que o Papa é comunista”, começou por referir, antes de recordar que “o amor pelos pobres está no centro do Evangelho”.

“Terra, teto e trabalho, aquilo por que lutam, são direitos sagrados. Reclamar isso não é nada de estranho, é a Doutrina Social da Igreja”, assinalou.

O Papa pediu que se mantenha viva a vontade de construir um mundo melhor, “porque o mundo se esqueceu de Deus, que é Pai, ficou órfão porque deixou Deus de lado”.

Num discurso de cerca de meia hora, Francisco referiu que a presença dos Movimentos Populares é um “grande sinal”, porque estão no Vaticano para “pôr na presença de Deus, da Igreja, uma realidade muitas vezes silenciada”.

“Os pobres não só sofrem a injustiça mas também lutam contra ela”, precisou.

Jesus, acrescentou, chamaria “hipócritas” aos que abordam o “escândalo da pobreza promovendo estratégias de contenção” para procurar fazer dos pobres “seres domesticados e inofensivos”.

O discurso papal abordou ainda os temas da paz e da ecologia, para além das questões centrais do emprego e da habitação.

“São respostas a um anseio muito concreto, algo que qualquer pai, qualquer mãe quer para os seus filhos. Um anseio que deveria estar ao alcance de todos, mas que hoje vemos com tristeza que está cada vez mais longe da maioria”, sublinhou Francisco.

O Papa convidou os participantes a prosseguirem com a sua luta, “que faz bem a todos”, e deu-lhes como presente uns terços fabricados por artesãos, ‘cartoneros’ e trabalhadores da economia popular na América Latina.

S/C

Nota de retificação!


Isso não se chama Passador. "Passador" é como é chamado por pessoas da cidade que não conhece a cultura rural nordestina. A palavra certa é: "Passadiço", pois é assim que os nossos irmãos que nasceram e moram na zonal rural dos lugares mais distantes do Nordeste, costumam falar.

 Francisco Cleudimar F. de Lira 

Já vai tarde! kkkkkkk

Video do dia: Comentários na Internet from Chico Buarque: Bastidores on Vimeo.

Interessados entrar em contato: Miami é o verdadeiro Vale do Ego.

"Que comece a orgia! A mulher está na mesa, saquem seus talheres afiados. E sirvam-se."


Fala, Xico.

dá uma preguiça danada d entrar nessa peleja de xenofobia, vixe, p q acredito q é uma luta vã pré-Canudos, qdo o velho e genial Euclydes da Cunha (não as viuvinhas melancólicas de Paulo Francis) chegou lá carregado dos preconceitos com os sertanejos (mesma visão d grotões sustentado pelo gov) e depois, felizmente, repensou bem muito e escreveu obra-prima e contraditória que todos nós lemos, acredito.


Hoje se repete, a partir do mapa do voto, desconsiderando até q a presidenta foi eleita principalmente no terreiro dos bravos inconfidentes e de todas as baixadas e rocinhas fluminenses, a mesma ladainha centenária.

Dá preguiça, pq a gente acha q isso, ao ver dos iluministas sudestinos, já era coisa muerta. Qual o quê. Nego é capaz de tentar reinventar um Nordeste à moda deles, como a visão estética da tv e do cinema "imaginou" a região por séculos. A partir do corte q a modernidade é monopólio da metrópole que gostaria de ser mais quintal de Miami do q Brasil de fato.

Não tenho paciência, mas é sempre bonito um grito aqui da secção do Crato da Escola de Frankfurt. Beijos e muitas boas noches.

Xico Sá