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Forte abraço de parabéns, amigo Sales! (bira)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

Os 11 princípios do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels

Conhece Joseph Goebbels, o violento ministro de propaganda de Hitler? Estes são os 11 princípios que levaram o povo alemão a tentar exterminar à humanidade:

Carta Maior


reprodução

1.- Princípio da simplificação e do inimigo único.

Simplifique não diversifique, escolha um inimigo por vez. Ignore o que os outros fazem concentre-se em um até acabar com ele.

2.-Princípio do contágio

Divulgue a capacidade de contágio que este inimigo tem. Colocar um antes perfeito e mostrar como o presente e o futuro estão sendo contaminados por este inimigo.

3.-Princípio da Transposição

Transladar todos os males sociais a este inimigo.

4.-Princípio da Exageração e desfiguração

Exagerar as más noticias até desfigurá-las transformando um delito em mil delitos criando assim um clima de profunda insegurança e temor. “O que nos acontecerá?”

5.-Princípio da Vulgarização

Transforma tudo numa coisa torpe e de má índole. As ações do inimigo são vulgares, ordinárias, fáceis de descobrir.

6.-Princípio da Orquestração

Fazer ressonar os boatos até se transformarem em notícias sendo estas replicadas pela “imprensa oficial’.

7.-Princípio da Renovação

Sempre há que bombardear com novas notícias (sobre o inimigo escolhido) para que o receptor não tenha tempo de pensar, pois está sufocado por elas.

8.-Princípio do Verossímil

Discutir a informação com diversas interpretações de especialistas, mas todas em contra do inimigo escolhido. O objetivo deste debate é que o receptor, não perceba que o assunto interpretado não é verdadeiro.

9.-Princípio do Silêncio.

Ocultar toda a informação que não seja conveniente.

10.-Princípio da Transferência

Potencializar um fato presente com um fato passado. Sempre que se noticia um fato se acresce com um fato que tenha acontecido antes

11.-Princípio de Unanimidade

Busca convergência em assuntos de interesse geral apoderando-se do sentimento  produzido por estes e colocá-los em contra do inimigo escolhido.


nem por isso se cogita acabar com a PM.


1 h · 
Jovens, pobres, negros e moradores do Nordeste formam o perfil dos que mais têm medo da polícia. 

s/c

apoiamos a Casa da Cultura Independente de Cajazeiras.

Em breve estaremos abrindo o Espaço Cultucar Bar Alternativo em Cajazeiras-PB na Rua Felismino Coelho, 36, Centro, Cajazeiras-PB.


Será o espaço para receber a galera alternativa e da música e cultura independente de Cajazeiras e região, vai rolar somente música de VINIL, recital de poesia, teatro, dança, exposição de artes e outras ações culturais e artisticas, preparem-se para prestigiarem e curtirem muito, pois esse será o nosso Espaço de Cultura.



Neste dia 23 de julho foi dia de retirar o que é lixo e separar o que vai ser reutilizado para o Bar, estamos planejando somente a pintura de desenhos e grafitagem do espaço e marcamos a abertura oficial no dia 07 de agosto de 2015, a reforma do prédio já iniciou e estará pronto rapidamente.



o novobocabulário de Millôr

a capa é Capital

compartilhe e participe desse movimento mundial contra o tráfico


Compartilhe e participe desse movimento mundial contra o tráfico de pessoas. #TraficodePessoas Denuncie! Disque 100 ou pelo aplicativo #ProtejaBrasil:
Para IOS - http://bit.ly/1sVs5UJ 
Android - http://bit.ly/1glnniI

a falta que o Gláuber faz: Deus e o diabo na terra do sol.


o que eu ia falar para a minha mãe?

Em uma corrida de Cross-country, o queniano Abel Muttai estava a poucos metros da linha de chegada, quando se confundiu com a sinalização, pensando que já havia completado a prova. 



Logo atrás vinha o espanhol Iván Anaya, que vendo a situação começou a gritar para que o queniano ficasse atento, mas Muttai não entendia o que o colega dizia. O espanhol, então, o empurrou em direção à vitória.
Um jornalista perguntou então a Iván:
- Por que o senhor fez isso?
- Isso o quê?

Ele não havia entendido a pergunta - e o meu sonho é que um dia possamos ter um tipo de vida comunitária em que a pergunta feita pelo jornalista não seja mesmo entendida -, pois não pensou que houvesse outra coisa a ser feita que não aquilo que ele fez.
- Por que o senhor deixou o queniano ganhar?
- Eu não o deixei ganhar, ele ia ganhar. 
- Mas o senhor podia ter ganho. 

- Mas qual seria o mérito da minha vitória, a honra dessa medalha? Se eu ganhasse desse jeito, o que eu ia falar para a minha mãe?


Mário Sérgio Cortella em "Ética e vergonha na cara"

Drummond tem sabor de infância.


Fonte: Desculpe a Poeira


piquet detona o 'mito': "senna era muito sujo"


UOL

(...) Questionado se realmente havia mostrado o dedo médio a Senna ao completar a manobra, ele descreveu a manobra. “Você viu toda a ultrapassagem? Você viu as duas voltas anteriores? Olhando com calma, na primeira vez eu tento por dentro, e ele me empurra para o lado sujo da pista. E na segunda vez ele tenta fazer o mesmo. Mas ao invés de ir para a direita, eu coloco de lado pela esquerda e ele não esperava isso”.

Depois, atacou o estilo de pilotagem do compatriota. “Ele sempre foi muito sujo na sua carreira. Ganhou o campeonato de F-3 porque ele bateu no Martin Brundle, em Brands Hatch, na última corrida, acabou com o carro em cima. (n. R.: o acidente a que Piquet se refere aconteceu em Oulton Park, na 17ª etapa das vinte realizadas). Fez o mesmo com Prost em 90 para ganhar o campeonato. Eu não concordo com isso. No automobilismo, você precisa ser limpo. Quer ser campeão? Tudo bem. Mas precisa ser limpo. Ele não era limpo na pista. Foi por isso que mostrei o dedo do meio para ele”. (...)

a capa do nosso jornal principal

jornalista também é notícia.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

sakamoto está certo: o direito de resposta está regulamentado no país. foi um deslize. prometemos nos comportar.

Perseguir jornalista em rede social é nojento. Coisa de perfil falso e de páginas de ódio que operam de forma anônima na internet porque não têm ética para dialogar de cara limpa e de forma construtiva. Ou porque fazem isso profissionalmente.

Leonardo Sakamoto -



Mas quando cidadãos comuns adotam esse comportamento, agindo como uma manada descontrolada, algo de muito errado está acontecendo. Pois não adianta você bater no peito, dizendo que é um defensor da democracia se, na primeira oportunidade, usa de métodos ditatoriais para transformar a vida de outras pessoas em um inferno.

Ficou insatisfeito com uma reportagem veiculada na Veja sobre o Romário? Critique o texto, aponte suas discordâncias, debata com os amigos com base em dados, mas não tente transformas a vida digital dos profissionais envolvidos em um inferno. “Ah, mas há colunistas que usam desse expediente…'' Dane-se! Quantos anos você têm para usar um argumento como “Ah, mas ele também está fazendo isso!'' Quatro, talvez cinco?
Se os citados em uma reportagem de qualquer veículo de comunicação se sentiram lesados, há instrumentos legais para resolver o assunto. E se elas não forem suficientes, podemos discutir outras. Na minha opinião, como a questão do direito de resposta, que está sem regulamentação no país. 

Mas, definitivamente, não é com assédio e ameaças digitais que as coisas vão se resolver.

Repórteres da Folha, do Estado de S.Paulo e da Carta Capital também sofreram assédio pesado nas redes sociais após cobrirem protestos contra o governo federal.
É isso o que vocês querem realmente? Dar porrada digital e física em jornalista? Acham que isso vai resolver os problemas da sociedade ou da sua própria insegurança frente ao mundo? Acha que isso vai democratizar a mídia? (...)


"se a sua causa for anti-racista então, você ainda é taxado de vitimista, mas vitimista é o caralho, o que mais gosto de nosso tempo é que começam a entender doa a quem doer que ninguém mais vai morrer calado."

Documentário “Boa Esperança” é mais uma carta-bomba de Emicida contra racismo

 Por André Caramante e Claudia Belfort

“O que mais gosto de nosso tempo é que começam a entender, doa a quem doer, que ninguém mais vai morrer calado”



“Acho que tem uma parada muito louca que a gente precisa discutir: uma é a escravidão e outra é o modus-operandis da escravidão que está presente até o dia de hoje na realidade brasileira. Uma pessoa te remunerar por um serviço, não significa que em instância alguma aquela pessoa é dona de você.” A fala do rapper Emicida na abertura do documentário Boa Esperança, que o artista acaba de lançar no seu canal no Youtube, serve como sinopse perfeita tanto para o filme, como para a situação de muitos empregados, e não apenas domésticos, no Brasil.

Com 12 minutos de duração, o documentário, dirigido por Kátia Lund e João Wainer, mostra os bastidores da produção do vídeo clipe da música Boa Esperança, lançado no final de junho, e que trata da revolta de um grupo de empregadas domésticas contra os patrões, durante um banquete na casa onde trabalhavam.


As críticas ao vídeo e a música vêm exatamente deste lado da sociedade, de gente que sabe no fundo o quão privilegiada é por ser branca e com dinheiro e ignora todo este entorno de ódio e caos ao seu redor.

O documentário é mais uma pancada em quem se surpreendeu com a narrativa do vídeo clipe, que aliás já caiu como uma bomba no mundo de quem não enxerga a profunda divisão racial que existe no Brasil. Além de imagens do making-off do clipe, entrevistas gravadas com empregadas domésticas reais desvelam, num tom indignado e ao mesmo tempo simples, a concretude das humilhações apresentadas no clipe da música.

“Em muitos lugares em que eu trabalhei a gente não podia comer, ali na Pacaembu mesmo, ali tinha lugar da casa onde a gente não podia andar…Isso é normal, na casa do povo muito rico”, conta Divina Cunha, sobre o tratamento recebido quando trabalhava em casas da família de bairros nobres da capital paulista, como Higienópolis e Pacaembu.

Em entrevista para Ponte, Emicida diz que Boa Esperança é para o Brasil como um todo e que a ficção do clipe assusta por mostrar uma bomba-relógio, mas que ninguém sabe a hora que vai explodir. Ou, como ele diz, e forma precisa na música: “Aguarde cenas no próximo episódio. Cês diz que nosso pau é grande. Espera até ver nosso ódio.”

Leia:

“Boa Esperança” é para os filhos e filhas das domésticas do Brasil ou é para as próprias domésticas? É para conquistar as mães para o rap?

No histórico do Brasil atual é muito difícil levantar uma bandeira, apenas os que levantam sabem o peso que uma causa possui. Boa esperança é para o Brasil, como um todo e para o mundo também. Em nosso país as revoltas populares foram distorcidas pelas comunicações e sufocadas pelos poderes do estado. Cria-se uma ideia muito presente de que se você se manifestar em prol dos seus direitos você vai pagar por isso sozinho. se a sua causa for anti-racista então, você ainda é taxado de vitimista, mas vitimista é o caralho, o que mais gosto de nosso tempo é que começam a entender doa a quem doer que ninguém mais vai morrer calado. Então ali a gente trabalha com uma ficção que assusta por ser uma bomba possível que ninguém sabe quando vai explodir. As críticas ao vídeo e a música vêm exatamente deste lado da sociedade, de gente que sabe no fundo o quão privilegiada é por ser branca e com dinheiro e ignora todo este entorno de ódio e caos ao seu redor.

Já fez um documentário sobre a Rua Augusta e sobre a turnê #GRQNEA, por que esse tema das domésticas?

Eu gosto de mostrar que tem histórias grandiosas em volta do que fazemos. As pessoas olham para mim e dizem o Emicida é foda, mas eu apenas vejo coisas que me rodeiam e gosto de apontar para elas para compartilhar isto com os outros, então aquilo que foi parar na música é um pequeno fragmento de um universo muito maior, com rua Augusta foi isso, queríamos muito mostrar mais daquele universo, a tour do glorioso também foi assim e agora o tema das domésticas foi algo que considerei importante. Os artistas, talvez pela vaidade acabam acreditando que eles são a mensagem ambulante, mas eu acredito no contrário, acredito que a gente é o papel. Apenas a ferramenta por onde a mensagem chega, daí a importância de sempre querer apontar as referências.

Quem fez as entrevistas?

Na verdade eu não chamo necessariamente de entrevistas, aquilo foi um bate papo, bem informal, o tom de entrevistas iria trazer uma frieza e uma timidez que não iria auxiliar em nada. Foi realmente uma vivência, sentamos em círculos e falamos sobre nossas vidas, partilhamos nossas visões e durante essa conversa fomos registrando quem se sentia vontade para falar também. Eu, Katia e João [Wainer], às vezes perguntávamos alguma coisa a mais, mas tudo neste clima.

Você participou?

Sim, eu sempre participo de tudo. Sou chato.

Onde foi gravado?

Gravamos na Ocupação Mauá, no centro de São Paulo, tenho uma grande preocupação com a questão da moradia, as reformas agrária e urbana são temas da maior urgência que não tem recebido de nenhuma instância, nem municipal, nem estadual e nem federal a atenção que merecem. Mesmo com avanços como o bolsa família, ou o minha casa minha vida ainda temos muito chão para caminhar no que diz respeito a dividir a terra de que nos apropriamos. Este é o motivo de ser recorrente a presença da Mauá em meus trabalhos, é um ótimo exemplo de organização popular autônoma, gosto que as pessoas olhem para estes assuntos.

Quem são as personagens entrevistadas?

Dentre as pessoas do vídeo, tem algumas moradoras da Mauá, pessoas que trabalharam no filme, gente de diversos universos que se uniu ali por reconhecer a importância de se contar essa história.

Qual foi o critério para selecioná-las?

O critério foi ter ligação com aquele universo, seja num nível como o de dona Divina ou o da Michi Provensi, que também era filha de uma empregada doméstica no sul. Todos ali queriam contribuir de alguma forma com aquilo pois sabiam a urgência em dar voz aquele universo.

As personagens parecem ter muito mais histórias para contar, para deixar o espectador colado na cadeira, por que um doc curto, por que não mostrar mais da história delas?

Fazer vídeo é caríssimo. produzir mais material a partir dali seria um outro trabalho grande e não conseguiríamos manter toda esta equipe maravilhosa e apaixonada por muito tempo, todos tem agendas complicadíssimas. Também saímos com essa sensação, mas o mini-doc instiga as pessoas a quererem se aproximar mais desse universo e nesse quesito, somando o filme e o mini-doc, acho que cumprimos muito bem nossa missão.

De onde surge a ideia de fazer um documentário, a partir da pesquisa para o vídeo clipe?

Das conversas entre mim, Katia [Lund] e João [Wainer]. E o Ênio também foi muito importante na primeira parte do processo. Queríamos partir de algo além das nossas imaginações, que já são bem férteis. Não precisamos criar um cenário de opressão, de racismo ou de machismo. entendemos que seria simples fazer aquilo aparecer se abríssemos a câmera e perguntássemos sobre as lembranças de todas elas.

Pensa em fazer outros docs?

Amo fazer documentários, se pudesse faria mais, tenho mil ideias de vários formatos, mas me falta tempo. Às vezes conseguimos e em outras não, por hora estou satisfeito com o que fizemos no Boa Esperança, mas daqui a pouco eu apareço de novo com outra dor de cabeça pros meus colaboradores (risos) .

por aqui a coisa é diferente: equipe pequena quer traçar o caminho desequilibrando a matemática.


Equipe grande faz trabalho pesado, enquanto grupo pequeno traça o caminho a ser seguido. 

é tudo uma questão de requinte: tornou a fazer a mesma coisa.

apenas um deputado da Paraíba foi a todas as sessões da câmara em 2015. reparem só.

Relatório de Presença em Plenário - 55ª Legislatura - ano: 2015

Fonte: Câmara dos Deputados


Só 8% dos deputados foram a todas as sessões
Dos 513 deputados, apenas 44 compareceram todos os dias em que a presença foi exigida no primeiro semestre. Parlamentar capixaba caminha para dez anos de mandato sem uma única falta


Foto do Deputado AGUINALDO RIBEIRO Agnaldo Ribeiro - PP/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período            67       100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                            59         88,1%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas          4         6,0%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   4         6,0%


Foto do Deputado BENJAMIN MARANHÃO Benjamim Maranhão - SD/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período           67   100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                           60    89,6%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas     7   10,4%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   0    0,0%



Foto do Deputado DAMIÃO FELICIANO Damião Feliciano - PDT/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período            67   100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                            57   85,1%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas     7   10,4%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   3     4,5%


Foto do Deputado EFRAIM FILHO Efraim Filho - DEM/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período            67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                            59   88,1%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas      8    11,9%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas    0      0,0%


Foto do Deputado HUGO MOTTA Hugo Motta - PMDB/PB


Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período           67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                           59   88,1%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas    4      6,0%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas  4      6,0%


Foto do Deputado LUIZ COUTO Luiz Couto - PT/PB 


Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período          67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                          67 100,0%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas    0     0,0%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas  0     0,0%


Foto do Deputado MANOEL JUNIOR Manoel Jr - PMDB/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período           67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                        57   85,1%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas      6     9,0%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   4     6,0%


Foto do Deputado PEDRO CUNHA LIMA Pedro Cunha - PSDB/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período            67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                            66   98,5%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas      1     1,5%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas    0     0,0%


Foto do Deputado RÔMULO GOUVEIA Romulo Gouveia - PSD/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período           67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                           64   95,5%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas     3     4,5%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   0     0,0%


Foto do Deputado VENEZIANO VITAL DO RÊGO Veneziano Vital do Rego - PMDB/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período           67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                           63    94,0%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas     4      6,0%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   0      0,0%

Foto do Deputado WELLINGTON ROBERTO Wellington Roberto - PR/PB

Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período               67  100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                            57    85,1%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas     9    13,4%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   1      1,5%

Foto do Deputado WILSON FILHO Wilson Filho - PTB/PB
 
Total de dias com sessões deliberativas realizadas no período            67 100,0%
Total de dias com presença nas sessões deliberativas                              66   98,5%
Total de dias com ausências justificadas em sessões deliberativas     1     1,5%
Total de dias com ausências não justificadas em sessões deliberativas   0     0,0%

a fé remove atravessadores. a fé é minha, ninguém tasca.

O que é ter fé

Frei Betto



Para Jesus, ela não significa aceitar o que prega uma religião, mas agir levado por amor, solidariedade e justiça

Todos conhecemos pessoas que frequentam a igreja e, no entanto, se comportam de modo contrário aos valores evangélicos: tratam subalternos com desrespeito; sonegam direitos de empregados; discriminam por razões raciais ou sexuais. Pessoas que enchem a boca de Deus e trazem o coração entupido de ira, inveja, soberba; são indiferentes aos direitos dos pobres; omitem-se em situações graves que lhes exigem solidariedade.

E temos à nossa volta, no círculo de amizades, pessoas ateias ou agnósticas que, em suas atitudes, fazem transparecer tudo o que o Evangelho acentua como valores: amor ao próximo, justiça aos excluídos, solidariedade aos necessitados, etc.

O Catecismo da Igreja Católica, aprovado por João Paulo II, em 1992, e elaborado sob a supervisão do téologo Ratzinger, futuro papa Bento XVI, define a fé como “adesão pessoal do homem a Deus”. E acrescenta que é “o assentimento livre de toda a verdade que Deus revelou.” E a portadora dessa verdade é a Igreja.

Assim, só teria verdadeira fé cristã quem submete seu entendimento ao que ensina a autoridade eclesiástica (papa, bispos e pastores).

Devido a essa maneira de entender a fé, o que se crê se tornou mais importante do que como se vive. Criou-se uma ruptura entre fé e vida. A ponto de uma pesquisa na França, ao indagar a diferença entre um empresário sem religião e outro cristão, teve como resposta da maioria um detalhe: o segundo vai à missa de vez em quando. No resto, em nada diferem...

Para Jesus, quem tinha fé? A resposta é desconcertante. Em Mateus 8,10, Jesus declara que o homem com mais fé que até então havia encontrado era um oficial romano, um centurião.

Ora, como Jesus pôde elogiar a fé de um oficial pagão? O episódio demonstra que, para Jesus, a fé não consiste, em primeiro lugar, naquilo que se crê, e sim no modo de proceder. Aquele pagão era um homem solidário, preocupado com o sofrimento de um servo.

A mesma atitude de Jesus se repete no caso da mulher cananeia, que também era pagã. A mulher pede a Jesus que lhe cure a filha. Diante dela, Jesus reconhece: “Mulher, grande é a sua fé!” (Mateus 15,28). Grande, não por causa da crença da mulher, e sim por seu procedimento amoroso.

O mesmo ocorre no caso do samaritano hanseniano, curado em companhia de nove judeus (Lucas 17,11-19). Os judeus, segundo suas crenças religiosas, se apresentaram aos sacerdotes, como recomendou Jesus. Já o samaritano, que não obedecia às prescrições das autoridades religiosas e não se sentia obrigado a submeter-se a elas, retornou para agradecer a Jesus, que lhe exaltou a fé: “A sua fé o salvou” (Lucas 17,19).

Para Jesus, portanto, a fé, antes de se vincular a um catálogo de crenças, a uma doutrina, se relaciona a um modo de viver e agir. Jesus, por vezes, duvidou da fé de quem estava mais próximo dele (Marcos 4,40). Discípulos e apóstolos foram considerados “homens de pouca fé” (Mateus 8,26).

Jesus fez a desconcertante afirmação de que prostitutas e cobradores de impostos terão precedência no Reino de Deus, e não os “exemplares” sacerdotes (Mateus 21,31).

Isso deixa claro quem Jesus reconhecia como crente. Não propriamente quem aceita o que prega a religião, e sim quem age por amor, solidariedade e justiça. Ter fé é, sobretudo, viver de acordo com os valores segundo os quais vivia Jesus.

A Igreja está em crise. Suas autoridades culpam o laicismo, o relativismo, o hedonismo. Ora, será que as autoridades religiosas, e nós, frades, freiras, padres e pastores, não temos culpa nisso, por apresentar a fé cristã como verdades cristalizadas em doutrina, e não expressada em vivência?

quem quiser ver velocidade, que ligue a teve em dias de F1. só tem um problema:aguentar o galvão.

Londres reduz limites para 32 km/h em 25% das vias e mortes caem

Folha de SP

um 'Tico' de lucidez.

Sou privilegiado! Conheço meu Brasil de perto! De fora das grades dos condomínios, das varandas dos arranha céus dos grandes centros! Conheço as riquezas e conheço as misérias também! Conheço cidades que 99% da gente do meu país desconhece sequer o nome. 

Vejo a vida real! Norte, Nordeste, Centro Oeste, Sul, Sudeste, cada cantinho! 
Há 18 anos eu rodo esse continente chamado Brasil! 



E hoje mais uma experiência inédita, cruzar de Santarém-PA até Juruti-PA que fica bem pertinho do Amazonas. Onde já estivemos em Maués, Inhamundá, você sabe onde fica? No Meu Brasilzão, que não passa na novela, nem no noticiário! 

Sou privilegiado! O Rock me levou em lugares que nunca imaginei chegar e hoje mais uma vez assim será Emoticon wink 

Eu amo o Brasil, se você não ama, se não quer lutar por ele, pelas pessoas invisíveis, pelas realidades que não conhece. Pega um avião e voa pra longe daqui! Vai ser feliz em outro lugar! 

Problemas todos os países tem! 
Amo meu país! 
BRASIL!!!

Tico Santa Cruz

“uma imprensa cínica, mercenária, demagógica vai formar, com o tempo, leitores tão baixos quanto ela própria.”

Como o inventor do jornalismo moderno avaliaria a imprensa brasileira? 

Por Paulo Nogueira

Pulitzer, retratado pelo grande pintor John Singer Sargent em 1909, dois anos antes de sua morte
Pulitzer, retratado pelo grande pintor John Singer Sargent em 1909, 
dois anos antes de sua morte

“Acima do conhecimento, acima das notícias, acima da inteligência, o coração e a alma de um jornal residem em seu senso moral, sua coragem, sua integridade, sua humanidade, sua simpatia pelos oprimidos, sua independência, sua devoção ao bem estar público, sua disposição em servir à sociedade.”

A frase acima tem mais de cem anos, e é de autoria de um dos maiores jornalistas da história, Joseph Pulitzer.


Reencontrei-a ao reler A Vida e a Morte dos Barões da Imprensa, de Piers Brendon.

E refleti sobre ela.

Me ocorreu o seguinte: como Pulitzer, uma colossal referência em jornalismo ético, avaliaria a imprensa brasileira, de acordo com os valores estampados na sentença inicial deste artigo?

Numa escala de zero a dez, ele daria à mídia nacional provavelmente uma nota próxima de zero.

Defender os desvalidos, os oprimidos? Ora, esqueça. Num caso antológico, o Globo, pouco antes do Golpe, definiu o 13.o estabelecido por João Goulart como uma “calamidade”.

O mesmo Globo, agora, se bateu pela terceirização e, consequentemente, pela subtração de direitos trabalhistas.

Mesmo antes de se tornar o panfleto canalha que é, a Veja defendeu por determinação de Roberto Civita estridentemente, durante anos, a redução desses mesmos direitos. Eles eram o amaldiçoado “Custo Brasil”.

A Folha leva à prática a supressão desses direitos. Boa parte de seus jornalistas mais caros são PJ, uma forma de sonegar.

É algo que a Globo também faz.

As empresas contam, para essa transgressão, com a tradicional impunidade dada a elas por um Estado Babá. (Babá delas, naturalmente.)

E a humanidade de que falava Pulitzer? Pausa para gargalhar. As corporações jornalísticas exalam ódio, sobretudo contra quem, de alguma forma, defende os desvalidos.

Bem, podemos dispensar uma análise sobre a “devoção ao bem estar público”, já que o único bem estar que interessa aos donos da imprensa brasileira é o deles próprios e o de seus amigos e aliados.

Quando você viu ao menos uma campanha em jornais e revistas contra a desigualdade social?

Nunca. E jamais verá, não com as pessoas que estão no comando das empresas de jornalismo.

Tudo considerado, não há um único item em que a imprensa brasileira vá bem no conjunto de qualidades jornalísticas tão bem armado por Pulitzer.

Em compensação, ela se encaixa à perfeição em outra sentença de Pulitzer.

Ei-la.

“Uma imprensa cínica, mercenária, demagógica vai formar, com o tempo, leitores tão baixos quanto ela própria.”

oh! cride, fala pra mãe

Texto que ironiza a forma como a mídia trata a crise viraliza nas redes sociais


APESAR DA CRISE


Pablo Villaça 


Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”, “desalentador”. Nunca estivemos “tão mal” ou numa crise “tão grande”.


Em primeiro lugar, é preciso perguntar: estes colunistas não viveram os anos 90?! Mas, mesmo que não tenham vivido e realmente acreditem que “crise” é o que o Brasil enfrenta hoje, outra indagação se faz necessária: não leem as informações que seus próprios jornais publicam, mesmo que escondidas em pequenas notas no meio dos cadernos?

Vejamos: a safra agrícola é recordista, o setor automobilístico tem imensas filas de espera por produtos, os supermercados seguem aumentando lucros, a estimativa de ganhos da Ambev para 2015 é 14,5% maior do que o de 2014, os aeroportos estão lotados e as cidades turísticas têm atraído número colossal de visitantes. Passem diante dos melhores bares e restaurantes de sua cidade no fim de semana e perceberá que seguem lotados.

Aliás, isto é sintomático: quando um país se encontra realmente em crise econômica, as primeiras indústrias que sofrem são as de entretenimento. Sempre. Famílias com o bolso vazio não gastam com supérfluos – e o entretenimento não consegue competir com a necessidade de economizar para gastos em supermercado, escola, saúde, água, luz, etc.

Portanto, é revelador notar, por exemplo, como os cinemas brasileiros estão tendo seu melhor ano desde 2011. Público recorde. “Apesar da crise”. A venda de livros aumentou 7% no primeiro semestre. “Apesar da crise”.

Uma “crise” que, no entanto, não dissuadiu a China de anunciar investimentos de mais de 60 bilhões no mercado brasileiro – porque, claro, os chineses são conhecidos por investir em maus negócios, certo? Foi isto que os tornou uma potência econômica, afinal de contas. Não?

Se banissem a expressão “apesar da crise” do jornalismo brasileiro, a mídia não teria mais o que publicar. Faça uma rápida pesquisa no Google pela expressão “apesar da crise”: quase 400 mil resultados.

“Apesar da crise, cenário de investimentos no Brasil é promissor para 2015.”

“Cinemas do país têm maior crescimento em 4 anos apesar da crise”

“Apesar da crise, organização da Flip soube driblar os contratempos: mesas estiveram sempre lotadas”

“Apesar da crise, produção de batatas atrai investimentos em Minas”

“Apesar da crise, vendas da Toyota crescem 3% no primeiro semestre”

“Apesar da crise, Riachuelo vai inaugurar mais 40 lojas em 2015″

“Apesar da crise, fabricantes de máquinas agrícolas estão otimistas para 2015″

“Apesar da crise, Rock in Rio conseguiu licenciar 643 produtos – o recorde histórico do festival.”

“Honda tem fila de espera por carros e paga hora extra para produzir mais apesar da crise,”

“16º Exposerra: Apesar da crise, hotéis estão lotados;”

“Apesar da crise, brasileiros pretendem fazer mais viagens internacionais”

“Apesar da crise, Piauí registra crescimento na abertura de empresas”

Apesar da crise. Apesar da crise. Apesar da crise.

A crise que nós vivemos no país é a de falta de caráter do jornalismo brasileiro.

Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver “em crise”. E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população – o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.

Que é, afinal, o que eles querem. Porque nos momentos de verdadeira crise econômica, os mais abastados permanecem confortáveis – no máximo cortam uma viagem extra à Europa. Já da classe média para baixo, as consequências são devastadoras, criando um quadro no qual, em desespero, a população poderá tender a acreditar que a solução será devolver ao poder aqueles mesmos que encabeçaram a verdadeira crise dos anos 90. Uma “crise” neoliberal que sufocou os miseráveis, mas enriqueceu ainda mais os poderosos.

E quando nos damos conta disso, percebemos por que os colunistas políticos insistem tanto em pintar um retrato tão sombrio do país. Porque estão escrevendo as palavras desejadas pelas corporações que os empregam.

Como eu disse, a crise é de caráter. E, infelizmente, este não é vendido nas prateleiras dos supermercados.