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Antonio Ricardo e esposa - presenças confirmadas no 5° Encontro AC2C - Dias 02 e 03 de Maio 2014, na ASA-DF e ASSTJ: Associação dos Servidores do STJ - Sces Trecho 1 - Lago Sul - Brasília-DF .

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Qual o tamanho de sua fome?

A coluna de Lucio Vilar

disse bem, João de Deus Filho:

“Amarei sempre esta cidade e continuarei levando o meu coração cheio de gratidão por Cajazeiras”




O advogado Antonio Quirino de Moura foi homenageado com Sessão Solene da Câmara Municipal de Cajazeiras no último sábado, 12 de abril. Quirino foi agraciado com o Título de Cidadão Benemérito de Cajazeiras e com a Medalha de Honra ao Mérito “João Bosco Braga Barreto”, honrarias propostas pelo vereador Kléber Lima.

Na mesma ocasião, também receberam a cidadania cajazeirense a professora Eliane Cristina de Oliveira Quirino e o advogado João de Deus Quirino Filho, respectivamente cunhada e sobrinho do homenageado. A propositura foi do então vereador Chagas Amaro.


“Amarei sempre esta cidade e continuarei levando o meu coração cheio de gratidão por Cajazeiras”, disse João de Deus Filho, num discurso marcado pela emoção.


Antonio Quirino, com a voz embargada, destacou que se sentia honrado e bastante embevecido: “foi, com certeza, o maior presente recebido na minha vida. Agradeço genuflexo a Deus, por ter atingido a montanha dos oitenta anos”, finalizou.




Volta do El Niño traria verão escaldante


Previsão da ONU é de que fenômeno elevaria temperaturas já neste inverno.


Alguém sabe que quantidade de agrotóxico está num simples pé de alface?


"O agronegócio tem o uso intensivo de agrotóxicos com uma condição. Somos o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Não procure nos rótulos das embalagens algum indício do veneno, pois não existe!", escreve o diretor do Ibase Cândido Grzybowski.

Mas, pasmem: ‘Esquerda caviar’

Infelizmente, a atitude intelectual de Rodrigo Constantino é desonesta, procedendo por reduções e simplificações grosseiras.

Francisco Bosco - Folha de S.Paulo



O mundo já é muito complexo e turvo para os que se propõem a compreendê-lo honestamente. Por compreensão honesta designo fundamentalmente a atitude intelectual que tem como princípio examinar quaisquer argumentos sem o preconceito ideológico que costuma obscurecer a construção coletiva do diagnóstico da realidade. Todos têm, de modo consciente ou não, posições ideológicas prévias, mas essas devem ser sempre submetidas ao teste da realidade; são pontos de partida, não pontos de chegada. Infelizmente, a atitude intelectual de Rodrigo Constantino — como demonstrou Jean Wyllys, com a clareza devida, em artigo recente — é desonesta, procedendo por reduções, simplificações grosseiras, maniqueísmos sistemáticos, diversos procedimentos que agem no sentido de obscurecer o trabalho público e coletivo da compreensão da realidade (sem falar no abuso da dimensão imaginária das polêmicas — recorrendo sempre a argumentos ad hominem e ridicularizando pessoas famosas, a fim de produzir uma espécie de sensacionalismo intelectual).

Ao contrário, vou propor aqui uma leitura honesta do que considero, até onde li, seus argumentos principais na defesa da pertinência da expressão “esquerda caviar”, com tudo o que ela carrega de desqualificação. Vou fazê-lo porque julgo que por meio dessa expressão pode-se compreender melhor quais os sentidos e as possibilidades efetivas da esquerda no mundo atual.

O argumento principal de Constantino é o que a expressão sugere de cara: haveria uma contradição entre ser de esquerda e usufruir das benesses propiciadas pelo capitalismo às classes sociais mais altas. Admitida essa contradição, segue-se logicamente que os ricos autodeclarados de esquerda são hipócritas, apenas adotando o semblant de uma retórica socialmente valorizada — e que a sua diferença para os ricos de direita está tão somente em que esses últimos não capitulam a coerção social da hipocrisia.

Comecemos então por nos perguntar: o que é ser de esquerda? Sem dúvida, ser de esquerda significa primordialmente considerar a redução das desigualdades econômicas e sociais um objetivo fundamental. Isso, entretanto, não implica necessariamente adotar uma perspectiva anticapitalista utópica, seja nos moldes da experiência efetiva da esquerda no século XX ou de algum modelo a se inventar. Concordo com T. J. Clark, para quem, em vez disso, é preciso que a esquerda contemporânea faça profundamente a experiência da sua derrota, das catástrofes intoleráveis por ela produzidas, e se esvazie de sua dimensão utópica, engajando-se antes numa política moderada, operando no interior do capitalismo, “por pequenos passos”, “propostas concretas” agindo no sentido de produzir igualdade em diversos âmbitos.

Provavelmente a experiência de esquerda mais bem-sucedida no mundo hoje é a dos países nórdicos, capazes de dirigir o capitalismo por meio de um Estado pequeno, porém eficaz no sentido de promover equilíbrio social, conciliando assim os princípios do mercado e da seguridade social, da individualidade e do coletivo, em suma, da liberdade e da igualdade (como mostrou ampla matéria da revista “The Economist”, recentemente). Ser de esquerda não implica portanto um anticapitalismo sistêmico e revolucionário — concordo ainda com T. J. Clark quando escreve que, nas condições atuais, a esquerda moderada é que é revolucionária —, cuja prova pessoal de coerência seria uma espécie de franciscanismo, de resto inútil. Mas sim engajar-se, seja por qual via for, na luta pela promoção da igualdade de direitos (conforme fazem, cada um a seu modo, as pessoas desqualificadas por Constantino como símbolos da “esquerda caviar”: Wagner Moura, Regina Casé e Gregorio Duvivier, entre outros).

É oportuno desconstruir outra suposta contradição. Segundo Constantino, os membros da “esquerda caviar” costumam criticar instituições, notadamente a polícia, mas recorrer a elas quando necessário. Deveria ser escusado lembrar que a crítica é um princípio democrático de aperfeiçoamento, e não um instrumento de negação absoluta. Quando pessoas de esquerda criticam a polícia, não estão a defender sua extinção, ingênua ou irresponsavelmente; antes repudiam a sua ação hierarquizante, logo antidemocrática.

O que nos leva a um último aspecto da expressão. Ao negar a possibilidade de cidadãos de classe média e alta serem de esquerda, é nada menos que a mediação social da solidariedade o que se está anulando. Parece ser impossível para Constantino assimilar a ideia de que há pessoas dispostas a defender causas igualitárias mesmo em detrimento de suas vantagens pessoais. Mas, pasme, é precisamente isso o que, como princípio, define a esquerda.

A mais pura verdade!

A veia poética de Bosco Maciel

PINDORAMA



Parajás, 
Negai licença aos fazendeiros 
Mantei crescendo jacarandás 
Torrai o ouro dos Garimpeiros
Fartai de suco taperebás 
Travai as armas dos pistoleiros 
Honrai os povos tupinambás
Chandoré,
Cobrí de terra escavadeiras
Enchei nascentes e igarapés 
Enferrujai empilhadeiras
trazei aos rios tucunarés 
cegai machados das madeireiras 
tenhais em ti Pankararés
Guaraci, 
Desmantelai poluidoras 
Graçai a mata de guaxinins 
Arregaçai desmatadoras
Enchei as tribos de curumins 
Desmerecei mineradoras 
Trazei à luz Tupinikins
Jamecó, 
Turvai o sangue das cruas guerras 
Com ferroadas de sanharós 
Mandai de volta às outras terras 
Quem não nadou no tapajós 
quebrai os dentes das motoserras
desocultai Kaparipós
Ñande Ru, 
Tirai as terras dos invasores
E devolvei aos matipus 
Queimai os barcos e seus motores
Soltai o canto dos guaicurus 
Pesai nos ombros dos matadores
Verdadeirai Pankararus
Pindorama, 
Bem antes das grandes navegações
Bem antes dos tiros de teus fuzis 
Das tramas, das lutas, das invasões
Viviam indios neste país
formando um povo de mil nações
Falando a língua dos Guaranís

Bosco Maciel (Poeta, Folclorista, Cantador, Fundador da Casa dos Cordéis, e Membro efetivo da 'AGL - Academia Guarulhense de Letras')

terça-feira, 15 de abril de 2014

Atrações artísticas do 5º Encontro Cultural AC2B!

Música de primeiríssima qualidade


Bosco Maciel - direto de São Paulo - Musica MPB

Ricardo e Jucinério - Teatro: Ôh Terrinha Boa!


Bira di Assis - Recital de Poesia
-


José Cavalcante - Exposição de Fotografia


ROBERTO BAEZ & Banda - A Melhor música Romântica e Anos 60 de  Brasília 





Vereadores de Cajazeiras CONFIRMAM PRESENÇAS no Grande Encontro AC2B - 02 e 03 de Maio, em BRASILIA!

SETE VEREADORES DE CAJAZEIRAS NO 5º ENCONTRO AC2b!

O PODER LEGISLATIVO DA TERRA DO PADRE ROLIM, VAI ESTAR MUITO BEM REPRESENTADO NO 5º ENCONTRO DE CAJAZEIRENSES E CAJAZEIRADOS EM BRASÍLIA, NOS DIAS 02 E 03 DE MAIO! 

VEJAM QUEM JÁ CONFIRMOU PRESENÇA! 








ALÉM DOS VEREADORES-ARTISTAS JUCINÉRIO FELIX E ALYSSON VOZ E VIOLÃO!




Com a palavra Josias Farias da AC3...



"CAJAZEIRAS QUER VOAR": conclusão do Aeroporto em uma lapada só ou operação tartaruga à conta-gotas?


Renovadas as esperanças dos cajazeirenses e cajazeirados com a visita do Secretário Nacional dos Aeroportos, Nelson Negreiros Filho, cujo pai já foi Juiz em Cajazeiras, é fundamental todos nós acompanharmos os desdobramentos. A última Edição do Gazeta do Alto Piranhas, contabiliza no alto da sua primeira página, quase 15 anos de luta das Organizações da Sociedade Civil de Cajazeiras pelo Aeroporto e homologação dos vôos regionais. "Cajazeiras quer voar". Referida autoridade do Governo Federal disse, in loco, que 70% das exigências da ANAC, foram atendidas. Diante disto, para evitarmos nova operação tartaruga, à conta-gotas, sugerimos uma campanha para os 30% restantes serem feitos "de uma só lapada". Recursos financeiros existem, inclusive com atraso significativo na utilização, conforme amplamente divulgado semana passada em Cajazeiras. 


Havendo prioridade para aporte de recursos adicionais, através de um Projeto Integrado Complementar, o tempo é suficiente, pois Contratos e Convênios de acordo com a nova Legislação Eleitoral, são permitidos até o dia 04 de julho deste ano, três meses antes do dia das eleições. Para tanto, é fundamental a amarração de prazo para a conclusão e homologação desta obra inacabada que beneficiará toda uma Região, abrangendo não só o interior da Paraíba, mas do Ceará e Rio Grande do Norte. Neste sentido, para não assinarmos um cheque em branco e mais uma vez cairmos na vala das ilusões, este prazo final para conclusão/homologação, deve ser definido para no máximo até o dia 28 de setembro próximo, uma semana antes das eleições de 05 de outubro deste ano. Não sendo assim, o Jornal de Zé Antônio continuará, semanalmente, no mínimo por mais dois anos, registrando o tempo e divulgando "pirulitos" com operações tartarugas pontuais. Nesta situação, o tempo de espera estará próximo da maioridade dos 18 anos. 

NÃO DEVEMOS NEGLIGENCIAR NA VIGILÂNCIA DO TRÂMITE DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO 


No próximo Informativo, ainda este mês, voltaremos ao assunto do Hospital Universitário para Cajazeiras e Região, para não negligenciarmos na vigilância. Temos informações fidedígnas de que feudos instalados na Direção do H. U. Alcides Carneiro de Campina Grande com interesses pessoais contrariados, estão preparando uma ação judicial sobre a cessão do Hospital Infantil Júlio Bandeira à UFCG, como argumento para "boicotar" a decisão do Reitor Edilson Amorim.


Fortaleza, 14 de abril de 2014

Josias Farias Neto

Sede de amar

Tocando em frente...



A vida são deveres que nós trouxemos pra fazer em casa.
Quando se vê já são seis horas;
Quando se vê, já é sexta-feira;
Quando se vê, já terminou o ano;
Quando se vê, passaram-se 50 anos!
E agora, é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada inútil das horas.
Dessa forma eu digo, não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais!

Mário Quintana

Os caretas invadiram Cajazeiras - "Um jejum pra minha mãe jejuar" - A tradição está mantida!

 Feliz Semana Santa para todos!

Elsa e João Eudes (na Pça J. Pessoa)



O capitalismo explica


Você nunca imaginou ver uma publicidade assim.
Mataram centenas de coelhos para fazer um outdoor com suas peles, anunciando uma pizza.

O velho e saudoso Estádio Higino Pires Ferreira, em Cajazeiras, está completamente abandonado. Deveria se transformar em um Parque de Atividades Esportivas. A cidade agradeceria




Fotos: Reudsman Lopes (FB)

Quase-Memória: Pereira Filho

A CATEDRAL DE CAJAZEIRAS E SUA HISTÓRIA


A Igreja Catedral é um dos símbolos mais importantes de fé cajazeirense e o principal cartão postal da cidade. No dia 31 de janeiro de 1937 foi lançada a pedra fundamental para a construção da nova Catedral de Cajazeiras.

Com uma procissão que se iniciou em frente ao Colégio Nossa Senhora de Lourdes, o bispo Dom João da Mata e os padres Gervásio Coelho e Vicente Freitas, e mais Acácio Rolim, juntamente com os fiéis católicos de Cajazeiras, chegaram até o terreno pela Rua Padre Rolim, onde foi celebrada uma missa com a presença de várias autoridades da cidade bem como o prefeito do município, Joaquim Matos de Sá.

Depois desta primeira procissão, outras foram realizadas, partindo de diversos pontos da cidade, onde existiam pedreiras, para que os fiéis, em sinal de colaboração para a construção da Catedral, conduzissem pedras na cabeça para edificar a Catedral. Ao leste da futura catedral já estava sendo erguido o Palácio Episcopal e ao oeste, o famoso casarão do coronel Peba, que era considerado o cidadão mais rico de Cajazeiras.

Dom João da Mata foi transferido de Cajazeiras no ano de 1941, sem ver o seu sonho concretizado: o de concluir a construção da Catedral.

Sua torre tem 52 metros de altura e foi construída durante quatro anos, por decisão do quarto bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom Henrique Gelain, que foi nomeado em 14 de janeiro de 1945. Dom Gelain lançou uma campanha: “doe um tijolo e construa sua Igreja”. Essa campanha foi mais além, pois houve muitas doações de tijolos, telhas, pedras, cal e muitos outros materiais, e a torre foi edificada.

Dom Gelain foi substituído por Dom Luiz do Amaral Mousinho, que depois foi substituído por Dom Zacarias Rolim de Moura, sendo que este assumiu os destinos da Diocese em 26 de julho de 1953. Dom Zacarias tomou a decisão, mesmo sem estar concluída, fazer a nova catedral funcionar.

No dia 20 de janeiro de 1957, um domingo, às 17 horas, aconteceu a transladação solene da imagem de Nossa Senhora da Piedade para a nova catedral, não concluída, e a posse do novo vigário Francisco Paulo Licarião.

A Matriz de Cajazeiras, construída por Mãe Aninha, nos idos de 1836, que hoje é a Igreja Nossa Senhora de Fátima – que foi a primeira Capela da cidade, era denominada de Catedral de 1915 até 1957.

A torre da Catedral, devido a sua altura, é vista pelos quatro cantos de Cajazeiras, e mesmo de uma distância longínqua para quem está chegando à cidade através das estradas ou rodovias. Seus relógios localizados nas quatros janelas da torre, estão sempre marcando a hora certa da cidade, fazendo com que os cajazeirenses e cajazeirados que não dispõem de relógios, não atrasem seus compromissos do dia-a-dia. Quando não existia os relógios na torre, as janelas da Catedral era um dos lugares onde a meninada e os jovens gostavam de escalar as escadarias internas bem estreitas da torre e lá de cima apreciar em 360 graus Cajazeiras e adjacências.

Quando eu morava em Cajazeiras, lembro muito bem que os sinos da torre da Catedral anunciavam aos cajazeirenses e cajazeirados que já estava se aproximando o início da Santa Missa. Do anúncio com relação à nova nomeação de padres tocava de hora em hora. E também anunciava o amanhecer, o meio dia e o início da noite. Assim a população sabia exatamente a hora do almoço ao meio dia e a hora de retornar de suas atividades no final da tarde para o seu lar. Hoje, fica mais difícil ouvir as badaladas dos sinos da Catedral, devido a poluição sonora dos carros de som, das sirenes das ambulâncias, dos carros de polícia e muitas vezes, da própria casa do vizinho onde os jovens gostam de ouvir o som muito alto.

PEREIRA FILHO
Radialista
Rádio Nacional de Brasília

S/C

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Convite! - 5º ENCONTRO CULTURAL AC2B - 2014

A Associação de Cajazeirenses e Cajazeirados em Brasília-DF estará comemorando, entre os dias 02 e 03 de maio, cinco anos de criação da entidade.


Programa-Convite 


(VOCÊ É O NOSSO  CONVIDADO ESPECIAL)

  Programação :

Dia 02 de maio 2014 - Sexta-feira


08h00 – Recepção dos convidados:
Aeroporto Internacional JK

12h00 – Programa Radiofônico: 
Petson Santos- Radio Alto Piranhas  
Entrevistados: Convidados do Evento.


19h00 - Recepção aos Convidados

20h00 - Abertura da Exposição Fotográfica: Cavalcante Fotografo (fotos da nossa Terra)

20h15 – Recital de Poesia:
ConVersas ComVERSOS - Bira de Assis

20h30 - Peça Teatral: 
Ôh Terrinha Boa! 
Jucinério e Ricardo (direto de Cajazeiras)

21h30 – Show Musical: 
Bosco Maciel(direto de São Paulo)         

23h00 – Baile dançante:
Roberto Baez e Banda (de Brasília)


MESA (4 cadeiras) R$ 100,00

Contato: MAX (61-7813-5454)

Local - ASA-CD -  Associação dos Servidores Aposentados e Pensionistas da Câmara dos Deputados - 610 / 609 da Asa Sul | Brasília - DF



Dia 03 de maio 2014 - Sábado

13h00 – CHURRASCO de Confraternização:
Os BEMBENS de Brasília


INGRESSO (individual) - R$ 50,00

Contato: MAX  (61-7813-5454)

Local - ASSTJ: Associação dos Servidores do STJ - Sces Trecho 1 - Lago Sul -  Brasília-DF





Dia 04 de maio 2014 – Domingo (livre)

Sugestão AC2B – City Tur! – Visita aos principais pontos turísticos de Brasília-DF


(Contamos com sua honrosa presença!)

Pausa para o cafezinho!


Hoje é o Dia Internacional do Café, uma das bebidas mais consumidas do mundo. 


Qual o melhor momento para tomar uma xícara da bebida?

ZH

"Picolé doce e gelado caiu no chão fica melado"


Com a abundância de cajás o picolé que esta mais vendendo em nossa cidade.

Professor José Antonio (FB)

S/C

Do tempo em que "olhar não tira pedaço"

A mulher que passa

Joaquim Ferreira dos Santos - O Globo


O que será do homem, acossado pelo desespero das obrigações diárias, que agora é ameaçado criminalmente por olhar em silêncio a mulher desconhecida?

Sim, confesso, olhei com admiração silenciosa mulheres que passavam na mesma calçada onde eu estava. Percebo agora, lendo artigos feministas após a pesquisa do Ipea sobre estupro, que aquilo é quase tão hediondo quanto. Eu pensava estar sendo elogioso. Estava, dizem, no limite do criminoso.

Na mudez dos meus olhos eu me julgava nivelado à emoção poética de Drummond, quando classificou uma delas, caminhando numa calçada de Copacabana, como a visão urbana da aurora boreal em forma de mulher. No êxtase contemplativo, no júbilo estético destas aparições que eu acumulava ao arquivo jamais fatigado das minhas retinas, eu supunha estar reverente. Ledo engano. Eu e Drummond, no revisionismo histórico de hoje, somos tipificados de grosseiros.

Meus olhos só exclamavam “Meu Deus!, Meu Deus!” em sussurros para dentro, como se legendassem, estupefatos, aquele milagroso espetáculo das calçadas. Ninguém jamais soube deles. Dias atrás, no entanto, fui informado pelas feministas de plantão que meu espanto ensimesmado era intimidação pública. Eu avaliava estar sendo súdito na atenção a elas. As pálpebras piscavam, aplaudiam com discrição. Era, insistem as feministas modernas, um pré-estupro.

Temo que nos próximos dias, no afã de livrar a Humanidade da tenebrosa ação de olhar a mulher que passa, seja legislada a necessidade imediata de se levar ao verdugo mais próximo aquele que quebrar o pescoço para observar a mulher que já passou. O odiento pescoço deste indigitado será em seguida separado da cabeça, com a recomendação de que vá ser repugnante assim na eternidade de seus pecados.

Sempre me pareceu instintivo, mas agora leio que esse olhar não passava de deformação machista. Coisa de porco chauvinista. No meu caso, o crime foi potencialmente agravado por um certo tipo de leitura. Os cronistas brasileiros têm um diversificado repertório de assuntos, mas o único comum a todos é a cena da mulher que passa. Ingênuo, filiei-me à quadrilha.

Dez anos atrás — como pude ser tão repugnante! — cheguei ao cúmulo de editar um livro com uma seleção de crônicas de Antônio Maria. Dei-lhe o título de “Benditas sejam as moças”. Na verdade era uma coleção de textos de um homem, por acaso chamado Maria, diante do espetáculo, que ele julgava incomensuravelmente magnífico, da mulher surgindo na contramão da calçada.

Eu fui seduzido pelo texto sentimental dele, me deixei encantar por sua sensibilidade nas palavras, na exposição sem medo da emoção diante daquele acontecimento. Por alguns segundos, aquilo lhe dava a sensação de pacificar os problemas, inventava um sentido à vida. Acompanhei o olhar de Maria, um ato que eu imaginava generoso e protetor sobre a imagem feminina. Sei agora: fomos cúmplices no mesmo despudor. Estávamos na ante-sala de inscrição no “Clube dos Encoxadores do Metrô”.

Vinicius e Tom também incorreram no grave ato ao tornarem histórico o dia em que viram uma mulher na calçada da antiga Rua Montenegro. Foi há 52 anos, antes de o gesto ser passível, como querem as radicais, de reprimenda legal nas varas competentes e da humilhação através da vaia em praça pública.

Tom e Vinicius observaram a tal moça com os corações que consideravam comovidos, mas segundo as mulheres do “Eu não mereço ser estuprada” eram apenas lobos bobos escaneando a presa. A partir daquela cena, eles escreveram “Garota de Ipanema”.

A “que vem e que passa no doce balanço a caminho do mar” virou, junto com a Monalisa do Da Vinci e as banhistas do Renoir, um dos mais lindos momentos da Humanidade. A fim de vivenciar a mesma lírica mirada dos compositores, milhões de estrangeiros pegaram aviões, atravessaram oceanos, enfrentaram os táxis na saída do Galeão. Queriam ter o mesmo deleite dos cariocas.

Todos torpes, vis e lamentáveis.

Sem querer tirar o corpo fora, digo que essa agora tipificada patologia me foi reforçada no caráter pelo culto adolescente aos textos de Rubem Braga, esse desencaminhador de menores. RB manifestava a tese, hoje revoltante, de declarar a benemerência pública e universal da mulher bonita. Ele não queria outros favores além do bem grandioso e tão grátis que representava a visão passageira delas. Observava como caminhavam, analisava-as pelo balanço dos cabelos — e sentia como se recebesse de volta o perdão católico por ter de resto um cotidiano tão insípido.
Não mais. O politicamente correto proibiu.

O que será do homem, acossado pelo desespero das obrigações diárias, que agora também é ameaçado criminalmente por olhar em silêncio a mulher desconhecida, aquela a quem jamais viu e nunca mais verá? Era um flash de poesia que ele filtrava nas calçadas selvagens, no pegapracapá das aflições modernas. Dava sentido, esperança e sonho ao nosso existir chinfrim.

Eu, réu confesso, peço a todas que se apiedem do meu cândido pecado — mas qual o sentido de a vida passar e se olhar para o outro lado?

TELHAS SOLARES

Converter a energia do sol em energia elétrica está mais prático e mais fácil.

por Ivana Jatoba


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Converter a energia do sol em energia elétrica está mais prático e mais fácil. Mais uma inovação sustentável no mercado da construção civil está se popularizando na Europa e Estados Unidos. São as telhas solares ou telhas fotovoltaicas. Se você ainda não teve a oportunidade de vê-las, não se preocupe, pois muito em breve elas serão bastante comuns nos telhados da sua cidade.

Essas telhas são constituídas de pequenos painéis solares integrados na sua parte lisa. Com isso, o aspecto visual do telhado não fica tão comprometido como ficaria no caso da instalação dos painéis fotovoltaicos, julgados como esteticamente feios e por isso muitas vezes rejeitado.

Além da eficiência energética de alguns modelos dessas telhas ser maior do que dos painéis solares tradicionais, aquelas podem gerar uma média de 860 kWh ao ano por 10 m2 de telhado, em localidades onde o sol bate em torno de 6 horas por dia, segundo a fabricante SRS Energy. Esses números mostram a funcionalidade do sistema, já que uma família de 04 pessoas consome uma média de 2240 kWh por ano, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, então um telhado com 26 m² de telhas solares já atende à demanda da casa.

O Brasil ainda não dispõe desta tecnologia, mas, como empresas especializadas nos Estados Unidos e em países da Europa estão trabalhando para desenvolver diversos modelos adaptáveis em qualquer telhado (nesses países, o uso de energia solar e outras fontes alternativas é estimulado), quando esta novidade chegar por aqui, teremos mais opções de compra.

O custo das telhas fotovoltaicas é alto, até mesmo mais alto que o dos painéis solares. Mas a economia na conta de luz e o fato de se estar usando uma fonte de energia que contribui para a sustentabilidade do nosso planeta são bons motivos para que esta inovação seja abraçada pelos brasileiros.

Vamos torcer para que as autoridades governamentais em nosso país “acordem” para a importância de se ampliar a nossa matriz energética e nos dê espaço e incentivo para o uso de fontes de energia limpa, como esta.

Fortalece os fracos e os oprimidos


Folheando a revista paraibana 'Era Nova', edição de 1923, me deparo com este curioso anúncio.

Lucio Vilar (FB)